Boa noite...ou melhor dizendo, bom dia galera!!! Hoje vamos curtir o show de uma banda sensacional, que mistura rock com maracatu! Sim, maracatu!!!
E como eu sempre digo por aqui, é sempre bom quando o rock adiciona elementos em suas obras e que deixa ele mais ROCK!!! Não estou dizendo que não curto o rock cru, muito pelo contrário, mas os caras mandam bem demais!!! Ouçam, tirem suas conclusões, pra quem não conhece, busquem. NAÇÃO ZUMBI!!! Apreciem sem moderação e bem alto!!!
WELCOME HOME (SANITARIUM) Hoje vamos colocar um pouco mais de peso, dessa banda que sou fã e admiro, com uma música de um álbum clássico e pra quem curte a banda é item indispensável na coleção: Master of Puppets!!
Master of Puppets, 1986
Bem Vindo Ao Lar (Sanatório)
Bem vindo ao lugar onde o tempo fica parado Ninguém sai e ninguém sairá A Lua está cheia, nunca parece mudar Apenas rotulado como doente mental Sonhar a mesma coisa toda noite Eu vejo nossa liberdade à minha vista Sem portas fechadas, sem janelas trancadas Sem coisas para fazer meu cérebro parecer assustado
Durma meu amigo e você verá Que sonhar é minha realidade Eles me mantém trancado nesta jaula Eles não podem ver que é por isso que meu cérebro diz "raiva"
Sanatório, me deixe em paz Sanatório, apenas me deixe sozinho
Constrói meu medo do que há lá fora Não posso respirar o ar livre Sussurra coisas em meu cérebro Assegurando-me que eu sou insano Eles acham que nossas cabeças estão em suas mãos Mas hábitos violentos geram planos violentos Mantenha-o amarrado, isto faz bem a ele Ele está melhorando, você não pode ver?
Eles não podem mais nos manter presos Ouçam, maldição, nós vamos vencer Eles veem isso certo, eles veem isso bem Mas eles acham que isso nos salva do nosso inferno
Sanatório, me deixe em paz Sanatório, apenas me deixe sozinho Sanatório, apenas me deixe sozinho
Medo de continuar vivendo Nativos ficando inquietos agora Motim está no ar Tenho algumas mortes para fazer O espelho olha de volta assustado Matar é uma palavra tão amigável Parece ser a única maneira Para alcançar a saída novamente
Esse som é bom demais, e espero que curtam um pouco, pois é o estilo clássico do Metallica, música com introdução, entrada de riffs mais pesados, ajudando o contexto da letra! Solos de Kirk Hammet e a bateria de Lars Ulrich...sem comentários!!!
Apreciem sem moderação, pois o som é um coice nos ouvidos!!!
Bom dia caríssimos!!! Vamos reviver um show do Creedence Clearwater Revival de 1970 no Royal Albert Hall.
Aí, olhando este show, muitos jovens de hoje vão dar risadas do estilo dos caras, inclusive do baterista... o visual dos caras não eram muito bem quistos pela sociedade na época mas, a juventude daquele tempo começaram a adotar e criar coragem para se rebelar contra a sociedade elitizada que exigia a aparência impecável de um homem e de uma mulher perante a sociedade. Os jovens começavam a pregar a liberdade de expressão, a liberdade de escolhas. Sei que muitas dessas exigências e práticas até hoje não são bem aceitas pela sociedade, mas estão aí para serem questionadas e serem pensadas. Estas manifestações foram por diversas vezes representadas e apresentadas por diversos artistas e bandas, através das suas músicas, das suas entrevistas, dos gestos e seus visuais. E, uma opinião pessoal sobre a música atual, que antes de tudo é comercial, os grupos (principalmente os de Rock) estão perdendo esta essência de protestar, de reivindicar direitos, mostrar a atualidade. Se capitalizou muito e esqueceram das suas raízes. Existem bandas que o fazem, mas estão na cena underground. Fora das principais mídias. Temo um dia termos que falar apenas das bandas passadas e espero que isso seja apenas um temor!!! Então galera, curtam aí esse show do Creedence Clearwater Revival, e lembrando Rock não é um produto, é essência. O Rock and Roll se vive!!! Apreciem sem moderação.
Boa noite galera!!! O som de hoje vem dos percursores da música eletrônica, os vovôs da música tecno: KRAFTWERK!!!
Deles terei que fazer uma postagem super especial, e o farei em breve, pois a música de hoje me lembra muito meu pai, e ouvíamos de um bom e velho LP. Então, escutem, e se quiserem conhecer, os parceiros aí do blog tem material pra que possam conhecer!!! Apreciem sem moderação!!!
O som do dia presta homenagem a essa figura emblemática e saudosa do rock nacional: Raul Seixas!!!
Eu costumo dizer que muitos artistas talentosos e que se foram cedo, muitas vezes de maneira precoce, como Mamonas, Cazuza, Renato Russo, Freddie Mercury, Raul, eram pessoas inconformadas com o mundo e das relações humanas que viviam e vivemos, e tentaram de alguma forma transformar isso. E mesmo depois de suas partidas, ficaram o legado de artista e principalmente de seres humanos!!!
Bom dia galera! O som de hoje é uma baladinha romântica, já que hoje, quarta feira é dia mundial do namoro no sofá, da banda PROCOL HARUM!!!
Um Tom Mais Claro de Palidez
Nós dançamos o suave fandango Batemos palmas pelo salão Eu estava me sentindo meio enjoado Mas a multidão pedia mais O barulho no salão estava ficando maior Enquanto o teto voava para longe Quando pedimos mais uma bebida O garçom trouxe a bandeja
E foi aí que mais tarde Enquanto o moleiro contava sua história O rosto dela, a princípio apenas fantasmagórico Ficou um tom mais claro de palidez
Ela disse: Não há razão nenhuma E a verdade é fácil de ver Mas eu me distraía no meu jogo de cartas E não a deixava ser Uma das dezesseis virgens vestais Que estavam partindo para o litoral E embora meus olhos estivessem abertos Seria melhor se eles estivessem fechados
E foi aí que mais tarde Enquanto o moleiro contava sua história O rosto dela, a princípio apenas fantasmagórico Ficou um tom mais claro de palidez Notem aí no vídeo os trajes da época em uma cidade britânica cinzenta, o pessoal só no estilo!
...e uma versão mais recente e ao vivo!!! Muito bom!!! P.S.: e neste segundo vídeo podemos constar que o passar dos anos muitas coisas melhoram, são aprimoradas, enquanto que muitos músicos e bandas da atualidade, com o tempo se acomodam, deixam de viver aquilo que um dia sentiram ou apenas não é mais relevante. Uma pena!!!
... e algumas grandes interpretações deste clássico: Joe Cocker e Glenn Hughes...
... e Doro Pesch, em uma versão ao seu estilo!!
Então, pra todos os gostos apreciem sem moderação!!! Bom dia!!!
Pra terminar a noite e começar bem a semana estou postando o show dessa banda que curto muito: Rammstein!!!
Notem aí na introdução do vídeo, o som de uma sanfona tocando a música dos caras. Ficou bom demais!!! Então, pra todos eu desejo uma ótima semana, iluminada e repleta de realizações. Apreciem RAMMSTEIN sem moderação...aliás, nenhuma mesmo!!!
Olá galera!!! Boa tarde!!! Hoje vamos falar de uma banda formada num país que atualmente está sobre os olhares do mundo por conta do conflito entre israelenses e palestinos! Sinceramente, faça música e não faça guerra!!! Ano passado, dando uma vasculhada no blog Warriors of the Metal, encontrei essa banda e resolvi escutar. Fiquei um pouco desconfiado, pois tinha elementos regionais, mas me surpreendi: o som é muito bom, com muita qualidade, vocais bastante técnicos e bons, e estes elementos regionais só deixaram o som deles único. Tem um outro elemento aí, é quando a cantora Shlomit Levi dá sua contribuição, só uma pena ter deixado a banda em 2012!!!
TERRA ORFANADA Traduzindo Orphaned Land, banda israelita de heavy metal com influências da música tradicional do Oriente Médio. A banda foi criada em 1991 e primeiramente se chamava Ressurrection. Em 1992, depois de algum tempo a procura de um som próprio, a banda focou na cultura do médio oriente. Adotaram o nome de Orphaned Land e o seu estilo foi se aproximando do Oriental Metal. A sua música combina vários estilos musicais e filosofias. No ano seguinte, depois do lançamento da primeira demo The Beloved's Cry é assinado um contrato com a gravadora francesa Holy Records, por dois álbuns: Sahara, o primeiro, é apresentado em 94. Dois anos depois é a vez de El norra Alila.
Depois do sucesso destes dois álbuns, a banda recebeu várias propostas de gavadoras. A escolhida a Century Media, em 97. Durante seis anos a banda ficou fora da cena e em 2004 o Orphaned Land fez uma mini tour por Israel e Turquia. Ainda nesse ano terminam o álbum Mabool. Depois do lançamento deste álbum, assinam com a agência ICS. Segue-se uma tour que abrange 4 continentes e quase 30 países. A banda participa nos festivais Wacken Open-Air, Summer-Breeze, Hellfest e ProgPower.
Mabool: The Story of the Three Sons of Seven, álbum de 2004
Hellfest 2011
Em janeiro de 2010, lançaram o sucessor do aclamado Mabool, intitulado The Never Ending Way of ORWarriOR ('O Caminho Infinito do Guerreiro da Luz", em português) e o conceito é a batalha entre a luz e a escuridão. O álbum tem um som diferente do Mabool, e foi mixado por Steven Wilson ( Porcupine Tree). O primeiro single do CD, "Sapari" foi colocado no MySpace com duas outras faixas, "Vayehi OP" e "Disciples of the Sacred Oath II". No início de 2011, The Never Ending Way of ORWarriOR foi avaiado pelo Metal Storm com o melhor álbum de metal progressivo de 2010 pelos usuários com 421 votos de um total de 1130. A banda já atuou em Portugal, no festival SWR Barroseas Metal Fest em 2 de maio de 2010. No dia 20 de abril de 2012, o grupo se apresentou no festival Metal Open Air, na cidade de São Luís no Brasil.
Orphaned Land é comumente referido como oriental metal, por vezes folk metal, embora os membros descrevam seu som como "middle-eastern progressive metal" ( Metal progressivo do oriente médio). Nos dois primeiros álbuns, o Orphaned Land apresentava um death/doom mesclado com sua sonoridade oriental que o tornou conhecido. a partir do Mabool, a banda incorpora progressividade ao seu som, onde teclados, sintetizadores e os instrumentos nativos do oriente médio estão mais presentes que nos álbuns anteriores. Com o lançamento do ORWarriOR em 2010, o grupo seguiu a linha do metal progressivo, só que desta vez com menos sintetizadores em relação ao Mabool, abrindo espaço para um som mais orgânico, com violinos em escala árabe, e dando continuidade ao constante uso dos instrumentos exóticos.
The Never Ending Way of ORWarriOR, álbum de 2010
Paradise Lost, Yehuda Poliker, Opeth, Sepultura e Porcupine Tree são citados pelos membros como influências para a banda. Pra finalizar, dando uma opinião bem pessoal, acho essa banda demais! Tem peso, harmonia, boa sonoridade, bons vocais e tem elementos musicais próprios, sem precisarem seguir o estio de alguma banda ou músico. INTEGRANTES: - Kobi Farhi: vocais; - Yossi Sa'aron (Sassi): guitarra, violão e instrumentos orientais; -Uri Zelcha: baixo - Chen Balbus: guitarra - Matan Shmuely: bateria Segue uma música pra instigar um pouquinho da curiosidade e se gostarem, podem correr atrás do trabalho desses caras que com certeza irão gostar!!! Apreciem sem moderação!!!
Buenas galera!!! Andei sumido uns dias mas meu filho andou pregando um susto em mim e minha esposa, mas já está tudo bem!!! Mas, vamos ao que interessa!!!
ACCEPT e seu novo álbum, o décimo quarto de estúdio, o 'Blind Rage'!! Confesso que ainda não ouvi todo álbum, mas o que ouvi não me deixou muito empolgado, não tanto quanto gostei do último álbum "Stalingrad". Mas, é só minha opinião, e como gosto muito dessa banda sei que quando ouvir o álbum mais algumas vezes, ficará do meu agrado!!! Track listing: 1- Stampede 2- Dying Breed 3- Dark Side of My Heart 4- Fail of the Empire 5- Trail of Tears 6- Wanna Be Free 7- 200 Years 8- Bloodbath Mastermind 9- From the Ashes We Rise 10- The Curse 11- final Journey 12- Thrown to the Wolves (Japan bonus track) Segue um vídeo do canal oficial da gravadora, com a música 'Stampede'!!! Apreciem sem moderação!!!
Olá pessoal!!! O nosso som de hoje vem de uma banda, que alguns amigos meus diriam serem "alegres" demais"!!! Fazem um típico som de bandas de rock americana, inconfundível, pois também acho que tem um jeito alegre de ser...diria até estiloso demais... mas quem sou eu? Bom, a música que escolhi é uma música que tocou muito nas rádios lá pelos anos 80 chamada 'Don't Stop Believin' ou em bom português, não pare de acreditar!!! Escutem aí e tirem suas próprias conclusões, eu particularmente simpatizo com a banda, e é aquilo, para a velha guarda é hora de relembrar bons momentos, aos mais novos e que estão começando a viver o Rock, é uma banda pra se ter alguns CD's!!! Como de sempre, apreciem sem moderação!!! Banda: Journey Música: Don't Stop Believin'
Buenas!!! Além de continuar com os concertos da semana, irei postar todo dia (sempre que for possível) o 'Som do Dia'....juro que imaginei o Zé do Caixão dizendo... Portanto, o som de hoje é uma viagem, e se você embarcar nela voa longe, pois este som e demais!!! Com vocês.... Jimi Hendrix tocando 'Little Wing'!!!
E porque não alguém interpretando ela de uma outra forma? Vejam aí algumas versões!!!
Boa noite pessoal!!! Hoje venho acalmar um pouco, plena segunda feira, começo da semana, nada melhor do que falar sobre inspiração!!! O que te inspira? O que inspira as pessoas? O que inspira um artista? Sendo assim, vamos falar de um compositor, arranjador e instrumentista, do qual alguma vez na vida você já escutou a música dele: VANGELIS, ou Evangelos Odysséas Papathanassíu.
Vangelis
Ευάγγελος Οδυσσέας Παπαθανασίου ou Evángelos Odysséas Papathanassíu, vulgo Vangelis. É um músico grego, nascido em Vólos em 29 de março de 1943, seguindo estilos neoclássico, progressivo, música eletrônica e ambiente. Suas composições mais conhecidas são o tema vencedor do Oscar de 1981, com o filme Chariots of Fire ( Título no Brasil: Carruagens de Fogo), a trilha sonora do clássico Blade Runner, e mais recentemente, do filme biográfico de Cristóvão Colombo, 1492: Conquest of Paradise, com a música instrumental "Conquest of Paradise". É conhecido também pelo uso de sua música na série da PBS, Cosmos de Carl Sagan. Entre suas composições, há o tema da Copa do Mundo de 2002.
1492, Conquest of Paradise
Começou a compor desde os quatro anos de idade, tornando-se um grande autodidata da música. O músico recusou as tradicionais aulas de piano, e durante sua carreira não tinha muito conhecimento para ler ou escrever partituras. Estudou música clássica, pintura e direção na Academia de Artes em Atenas.
No início dos anos 60 formou um grupo pop, o Forminx (ou "Formynx"), que se tornou muito popular na Grécia. Na época do Motim dos Estudantes em 1968 mudou-se para Paris e fundou a banda de rock progressivo Aphrodite's Chid com os integrantes Demis Roussos, vocalista, e Loukas Sideras. São conhecidos na Europa, como também no Brasil, com canções de sucesso: "Rain and Tears", Marie Joie", It's Five O'Clock", etc. O grupo se desfez em 1972, ainda que Roussos tenha feito diversas participações nos trabalhos de Vangelis.
Vangelis, Demis Roussos e Loukas Sideras: Aphrodite's Child.
Vangelis iniciou sua carreira solo escrevendo temas para dois filmes do cineasta francês Frederic Rossif em 1973. Seu primeiro álbum solo oficial saiu em 1974, o Earth. Na mesma época, participou de ensaios com outra banda de rock progressivo, Yes. Embora nunca tenha feito parte da banda, tornou-se amigo do cantor Jon Andersom, com quem veio a trabalhar em algumas ocasiões.
Quando se mudou para Londres, Vangelis firmou contrato com a RCS Records, montou seu próprio estúdio, o Nemo Studios, começando a gravar uma série de álbuns respeitados de música eletrônica. Faixas do aclamado álbum Heaven and Hell de 1975 foram mais tarde utilizadas como tema da série Cosmos.
Nos anos 80 e 90 produziu diversos álbuns em parceria com Jon Anderson
Jon & Vangelis. Em 1982 Vangelis venceu na categoria do Oscar de Melhor Trilha Sonora Original por Chariots of Fire. O tema ficou no topo da lista da Billboard americana por uma semana. A música também apareceu nos programas "Nações Unidas" e "Troféu Imprensa", ambos do SBT. Outro programa da emissora a usar uma canção do músico foi o "Domingo Legal", quando dava notícias de última hora. A música em questão e Nucleogenesis Part 1.
Em 1983, Vangelis lançou "Antartica", uma banda sonora bastante conhecida em Portugal pelo seu uso como fundo nas previsões meteorológicas do Canal 1 na primeira metade dos anos 90.
No ano em que começou seu trabalho com o diretor Ridley Scott, Vangelis produziu o tema dos filmes e 1492- A Conquista do Paraíso. Alguns dos documentários submarinos de Jacques Cousteau também levam a assinatura de Vangelis. Em 1992, a França o condecorou como Chevalier Order of Arts and Letters.
Em 2001 lança Mythodea (mais orquestral que eletrônico) que foi escrita em 1993 depois foi usada como tema pela NASA nas missões a Marte. Em 2004 lançou um CD com a Trilha Sonora do filme Aexandre (Alexander) de Oliver Stone.
Bom, na minha humilde opinião, esse cara está a frente da sua época, e poderíamos compará-lo a Mozart, Beethoven, Chopin.
Então? O que inspira Vangelis? E você? A mim, o que me inspira é MÚSICA!!!
P.S.: Não posso deixar de citar, que um dia cheguei na casa de minha vó e meu tio escutava um treco a lá new age... aí ele pega e coloca 'Chariots of Fire' e diz "essa você já ouviu algum dia na vida"...e o meu amigo Francis me emprestou algumas pérolas desse grande músico, que sou fã e admirador.
Aconselho a todos conhecerem suas obras!!!
E pra começar, ouçam aí 1492- Conquest of Paradise e se puderem, assistam o filme!!!
Um dos ritmos que mais gosto dentro do rock, talvez por sua harmonia, outras por suas melodias é o folk!
Assim, quando a gente fala de folk, lembro de muitos músicos bacanas, muitas bandas tais como Crosby, Still, Nash & Young, Bob Dylan, Buffalo Spriengfield, Country Joe and The Fish, Grateful Dead (anterior a fase psicodélica), Joan Baez e outros mais, e alguns que começaram neste estilo e migraram pra outros- mas que o rock tem sempre o pé no folk, isso tem-, levando em conta a nitidez da sua sonoridade, realizado sempre com base na voz-violão, e por muitas vezes acompanhada de uma gaitinha de boca!! Vamos então a um clássico!!!
O Som do Silêncio
Olá escuridão, minha velha amiga Vim conversar com você de novo Porque uma visão um pouco arrepiante Deixou sementes enquanto eu dormia E a visão que foi plantada em meu cérebro Ainda permanece dentro do som do silêncio
Em sonhos agitados eu caminhei só Em ruas estreitas de paralelepípedos Sob a luz das lampadas da rua Levantei minha lapela para me proteger do frio e umidade
Quando meus olhos foram apunhalados Pelo brilho de uma luz de néon Que rachou a noite E tocou o som do silêncio
E na luz nua eu vi Dez mil pessoas, talvez mais Pessoas conversando sem falar Pessoas ouvindo sem escutar
Pessoas escrevendo canções Que vozes jamais compartilharam E ninguém ousava Perturbar o som do silêncio
"Tolos" eu disse, "vocês não sabem Silêncio é como um câncer que cresce Ouçam as palavras que eu possa lhes ensinar Tomem os braços que eu possa lhes estender" Mas minhas palavras caíam como gotas silenciosas de chuva E ecoavam no poço do silêncio
E as pessoas curvavam-se e rezavam Ao Deus de néon que elas criaram E a placa faiscou o seu aviso Nas palavras que formava
E a placa dizia, "As palavras dos profetas Estão escritas nas paredes do metrô E nos corredores das casas" E sussurravam no som do silêncio
The Sounds of Silence é uma canção folk gravada pela dupla Simon & Garfunkel, e alcançou popularidade na década de 1960. Foi escrita em fevereiro de 1964 pelo cantor e compositor Paul Simon na sequência do assassinato de John F. Kennedy em 1963. Uma versão inicial preferida pela banda remixada e suavizada, e tornou-se conhecida como "lançamento quintessencial do folk rock". A canção apresenta Simon na guitarra acústica e ambos cantando. Ela foi originalmente gravada como uma parte acústica para seu primeiro álbum Wednesday Morning, 3 A.M. em 1964, mas por iniciativa do produtor da gavadora, Tom Wilson, mais tarde foi sobreposta com tambores, baixo elétrico e guitarra, tudo sem o conhecimento ou a participação de Simon & Garfunkel e relançado como single em setembro de 1965. O single atingiu número um no dia de Ano Novo de 1966 e foi incluída no álbum de 1966, SOUNDS OF SILENCE.
SOUNDS OF SILENCE, 1966.
"The Sound of Silence" foi originalmente chamada "The Sounds of Silence" e foi intitulada dessa forma nos primeiros álbuns em que apareceu e no lançamento do primeiro single; apenas em compilações mais tarde seria renomeada "The Sound of Silence". tanto no singular como no plural aparecem nas letras.
A música, além de ter sido o primeiro grande sucesso da dupla, torno-se também célebre como parte da trilha sonora do filme The Graduate (1968), do filme Watchmen lançado em 2009 e da séria The Leftovers do canal HBO, em 2014. A canção também é usada como introdução na turnê 'Nightmare After Christmas da banda Avenged Sevenfold.
THE GRADUATE, 1968, COM DUSTIN HOFFMAN.
WATCHMEN, 2009.
E pra terminar, vai um vídeo da música, onde para alguns é lembrar e para outros é conhecer!!! Apreciem sem moderação!!
THE SOUND OF SILENCE, LIVE IN CENTRAL PARK, 1981.
Fontes de Consultas: Wikipédia e Muro do Clásic Rock.
Hoje estou postando o vídeo de uma música que sempre me lembra meu pai, que em casa tínhamos uma vitrola, onde ouvíamos boa música!!!
E, sendo hoje o dia dos pais aqui no Brasil, esta música é pra homenagear a todos os pais, sendo eles biológicos, de coração, emprestados ou àqueles que não se fazem mais presentes!!
Curtam aí pois esse cara é fera: CAT STEVENS, ou como está nos créditos do vídeo Yusuf Slam!
Father and Son
Artista: Cat Stvens
sexta-feira, 8 de agosto de 2014
SAUDAÇÕES GALERA!!!
Fazia alguma tempo que não aparecia, motivos vários, mas resolvi resgatar meu velho blogzinho!!
Em um ano que fiquei afastado muitas coisas aconteceram no mundo da música e principalmente do Rock, e aos poucos vamos publicando, pois vou colocando aqui uma ou outra notícia e curiosidades!!
Espero que apreciem e ajudem a divulgar!
Lembrando galera, que não disponibilizo material para download, e se assim o quiserem tem os parceiros aí nas faixas laterais do blog!!!