Olá galera que curte música e seus criadores, que curte rock e suas vertentes, que curte leitura e boa informação, eis aqui uma homenagem a um músico consagrado e reverenciado por muitos. É referência para músicos iniciantes, principalmente bateristas, e se você quer tocar e não o conhece, procure ouvir: esse cara era show, e infelizmente não pude vê-lo tocando!!! Bom, hoje esse cara estaria soprando velinhas e completaria 65 anos: John Bonham!
John Bonham
John Henry Bonham nasceu em 31 de maio de 1948 em Redditch, Worcestershire, Inglatera. Quando era pequeno costumava a batucar em caixotes e latas de café quando tinha apenas 5 anos, imitando os movimentos dos seus ídolos Gene Krupa e Buddy Rich (vale lembar que Bonham era um baterista autodidata). Aos 15 anos recebeu a sua primeira bateria a sério: uma Premier.foi quando ele deixou a escola, para ajudar seu pai em uma empresa de construção. Seus pais sempre o apoiaram, e outra pessoa que apoiou suas ambições foi sua mulher, com quem ele tinha se casado com apenas 17 anos. Em 1964 juntou-se à sua primeira banda, Terry Webb and The Spiders. Tocou depois para bandas como os The Blue Star Trio e The Senators, que editaram um single com algum sucesso chamado de "She's a Mod". Bonham gostou destas experiências, e decidiu fazer da música a sua vida. Tocou com os The Way of Life, mas devido à iniciativa desta banda passou para os Crawling King Snakes, cujo vocalista era Robert Plant. Durante este período, Bonham adquiriu a reputação de ser o baterista mais barulhento da Inglaterra, sendo muitas vezes convidado a parar de tocar, devido à sua tendência para partir as baterias. Quando Jimmy Page pensou em formar o Led Zeppelin, convidou Robert Plant, que lhe sugeriu Bonham para a bateria, que assim passou à frente de B.J. Wilson do Procol Harum de de Ginger Baker que viria a fazer parte do Cream, que, segundo se falava, pertenciam à lista de Page. O próprio Bonham contava essa história: "Eu tinha duas ofertas excelentes: de Chris Farlowe e de Joe Cocker. Farlowe já tinha o nome feito e eu sabia que Cocker chegaria lá, mas quando vi meu amigo (Plant) aliado à Jimmy Page, não pensei duas vezes".
Led Zeppelin
Bonham usava as baquetas mais pesadas e mais compridas disponíveis, a que ele chamava "árvores". O seu estilo pesado inicial era bem demonstrado em "Immigrant Song", "Mob Dick", "When The Levee Breaks" e "The Ocean". Embora não fosse considerado tão solto como Keith Moon, nem tão respeitado pela crítica como Ginger Baker, a sua potência por detrás da bateria influenciou praticamente todos os bateristas do hard rock e do heavy metal. Os seus solos de bateria, primeiro em "Pat's Delight" e depois em "Mob Dick", duravam normalmente pelo menos meia hora; Bonham usava inclusive as mãos, obtendo assim um som diferenciado. Em 1974 entrou no filme "The Son of Dracula" tocando bateria. Muitos dos fãs do Led Zeppelin consideram que a sua atuação no filme The Song Remains The Same do Zeppelin, terá sido a melhor de todos os membros do grupo. No dia 12 de setembro de 2007, Jimmy Page, Robert Plant e John Paul Jones se reuniram em Londres e anunciaram seu retorno aos palcos em uma única apresentação para 20 mil pessoas em um show em homenagem a Ahmet Ertgün (falecido em 2006), fundador da gravadora Atlantic Records, a renda da apresentação foi destinada a uma instituição que concede bolsas educacionais. Jason Bonham, filho de John Bonham, tocou bateria na primeira apresentação da formação "original" do Led Zeppelin após 27 anos. FAMÍLIA John Bonham tinha dois irmãos: o seu irmão mais novo, Mick Bonham(1951-2000), foi um discotecário, autor e fotógrafo e sua irmã mais nova, Deborah Bonham (nascida em 1962), é cantora e compositora. Bonham era casado com Pat Philips, e o casal teve dois filhos: sua filha Zoë Bonham (nascida em 1975), que é cantora e compositora e também aparece regularmente com o Led Zeppelin em convenções e premiações. Jason Bonham (nascido em 1966), que é um baterista de rock, que ganhou sucesso com várias bandas incluindo Foreigner e Bonham. Em dezembro de 2007, Jason Bonham tocou com o Led Zeppelin, bem como na sua apresentação no 40° Aniversário da Atlantic Records, em 1988. Em 1970, Jason aparece tocando bateria no filme The Song Remains the Same. Zoë e Jason apareceram na cerimônia do Rock and Roll of Fame, em 1995, juntamente com os membros remanescentes do Led Zeppelin. Sua mãe, Joan Bonham, é uma das vocalistas do The Zimmers, uma banda da 40 membros criada como resultado da BBC, um documentário sobre o tratamento das pessoas idosas. Seu primo Billy Bonham (nascido em 1950), também tocou teclados para Terry Reid e Ace Kefford. MORTE Bonham não gostava de se ausentar de casa e da família por longos períodos de tempo; isto levou-o ao uso abusivo do álcool para controlar os seus nervos. EM 24 de setembro de 1980, na viagem do hotel para o estúdio onde a banda ensaiava para a sua digressão pelos Estados Unidos, Bonham bebeu cerca de quarenta doses de vodka. Quando terminou o ensaio foram para casa de Jimmy Page em Windsor. Depois da meia noite, Bonham adormeceu e foi levado para a cama. Benji LeFevre encontrou o corpo de Bonham na manhã seguinte. Apesar do alarido feito pela imprensa sensacionalista, a autópsia não revelou a presença de drogas no seu corpo. Foi diagnosticado de que Bonham morreu asfixiado pelo próprio vômito. O BATERISTA
Em pesquisa feita pelo site Digital Dream Door em 16 de agosto de 2008 John Bonham foi considerado um dos melhores bateristas do mundo pelos seguintes critérios: inovação, originalidade e capacidade técnica. Na opinião dos fãs da banda, é o melhor baterista de todos os tempos. John Bonham utilizava baterias da marca Ludwig, de vários modelos, porém, os destaques foram: Green Sparkle (1972) e Amber Vistalite (1973-1975).
E pra quem quer relembrar a genialidade desse cara, Mob Dick do Led Zeppelin!!!
Olá headbangers de plantão!!! Toda semana irei garimpar e postar aqui no blog um concerto ou show de banda!! Essa semana presto esta homenagem ao Deep Purple. Prestem bem atenção na precariedade do lugar e das condições dos equipamentos, inclusive dos instrumentos, mas que acima de tudo o que prevaleceu foi a música dessa banda fantástica! Notem algums cenas peculiares: bigodão do Jon Lord, as cubanas tocas pelo Ian Gillan e o câmera perdido, pois quando Ritchie solava ele só fazia um close no final do solo...tirando isso é um ótimo show em P&B!!! Isso é rock!
Este álbum foi gravado no dia 1° de março de 1972 na Dinamarca, lançado apenas em 2007. Este é um dos cinco concertos do Deep Purple liberados os passeios em 1972, e o único a apresentar "Fire ball", que foi substituido por "Smoke on the Water", uma semana depois. FAIXAS
Muita gente escutou, dançou e muita gente curte o som desse Senhor: John Fogerty! Particularmente gosto da carreira solo e também com o Creedence Clearwater Revival! Hoje ele completa 68 aninhos!!! Parabéns!!
John Cameron Fogerty nasceu em Berkeley, Califórnia no dia 28 de maio de 1945. Cantor, guitarrista e compositor norte-americano, fundador e ex-líder da banda de country rock Creedence. É considerado um dos maiores e mais influentes guitarristas e compositores da história do rock 'n' roll mundial!
Um showzinho na integra pra curtir o som desse cara
Bom, hoje apresento a vocês, e acho que para muitos que apreciam rock, esta música que, como a banda, também faz parte de suas discografias!!!! "Helter Skelter" é uma canção dos Beatles composta por Paul McCartney, creditada à dupla Lennon-McCartney, e lançada no álbum The Beatles ou "Álbum Branco" de 1968. É considerada por muitos como a primeira música de Hard Rock/Heavy Metal da história.
The Beatles ou The White Album
ORIGENS DA MÚSICA Paul estava na Escócia, lendo uma edição de 1967 da Melody Maker, revista especializada em música, quando leu uma entrevista do guitarrista Pete Townshend, dizendo que o último single "I Can See For Miles", era a canção mais alta, suja e barulhenta que o The Who já tinha feito. Porém quando Paul foi ouvi-la, ele percebeu que não era tão barulhento assim. Ele julgou sendo um "barulho organizado", e tratou de compor essa canção tentando fazer a sua própria ópera barulhenta e suja. Helter Skelter é o nome de um brinquedo britânico muito popular, que consiste em um tobogã em formato de espiral. Paul fala sobre no livro "Many Years From Now" de Barry Miles: "Eu usei o símbolo do brinquedo helter skelter como uma ida do topo para o fundo- a ascenção e queda do Império Romano- e esta era a queda, a decadência, a ida para o fundo. Você pode pensar que é um título bonitinho, mas é tido como referência, desde quando Manson tomou como um hino, quanto as versões que as bandas punks faziam por ser um rock sujo." Além disso, o termo helter skelter pode significar também confusão, algazarra, desorganização. LETRA A letra sem muito sentido fala sobre o brinquedo: "Quando eu chego ao chão, eu volto para o topo do escorregador, onde eu paro, me viro e saio para outra volta até que eu volte ao chão e te veja novamente." Em alguns trechos ele parece estar falando sobre uma garota de programa: "Você não quer que eu te ame? Estou descendo rápido, mas estou a milhas de você/ Vamos me diga a resposta/ Você pode ser uma amante, mas você não é uma dançarina."
Brinquedo Helter Skelter
Nos Estados Unidos, o termo "helter skelter" é muito conhecido. Charles Manson dizia que a música continha profecias de uma apocalíptica guerra racial. No projeto "The Beatles Anthology" Paul disse: "Manson nos interpretou com 'os quatro cavaleiros do Apocalipse'. Eu ainda não entendo qual foi a jogada; é sobre a Bíblia, Revelação- Eu não li então eu não sei. Mas ele interpretou a coisa toda. Nós eramos os cavaleiros, Helter Skelter era a mensagem, e ele achou que podia sair e matar todos por aí." Entre os dias 9 de agosto e 10 de agosto de 1969, a "família Manson" cometeu duas chacinas em Hollywood e escreveu nas paredes 'Helter Skelter' com o sangue das vítimas. Durante o julgamento de seus crimes, em novembro de 1970, Manson explicou sua interpretação de 'Helter Skelter' na corte: "Helter Skelter significa confusão. Literalmente. Não significa Guerra com ninguém. Não significa que eles irão matar outras pessoas. Apenas significa o que significa. Helter Skelter é confusão. Confusão está vindo rápido. Se você não vê que a confusão está vindo rápido, chame do que quiser. Não é minha conspiração, não é minha música. Eu escuto o que relato. Ela diz, 'Apareça!' ela diz, 'Matei!' Porque me culpar? Eu não escrevi a música. Eu não fui a pessoa que projetou isso na consciência das pessoas."
John disse em entrevista a Rolling Stone em 1970: "Costumávamos tirar sarro disso ou daquilo, de uma maneira não ofensiva, do que um intelectual via na gente ou um símbolo da geração jovem veria algo nisso..." E sobre a canção, "...Mas eu não sei o que 'Helter Skelter' significava, para mim era só barulho." GRAVAÇÃO
Os Beatles gravaram a canção em múltiplas sessões. Durante 18 de julho, a versão da canção durou 27:11 min., apesar dessa versão ser lenta e hipócrita, diferenciando muito da força da canção original. Outra versão de 4:37 min. foi editada para o Anthology 3, que originalmente era 20 minutos mais longa. Em 9 de setembro, após a volta de Ringo as baquetas, foram feitos 8 takes de 5 minutos aproximadamente e o último é a base do LP original.
John, George e Paul
Eles gravaram longas versões de "Helter Skelter" com um eco produzido por fita. Os ecos normalmente poderiam ser adicionados por mixagem, mas nesse caso não poderia ser mais alterado pois estava sendo ao vivo. O problema era que a máquina gravava apenas 15 minutos por fita, e não dava para deixar mais tempo reproduzindo. Então no meio da música eles decidiram voltar a fita e reproduzi-la sem precisar parar de tocar, o que reproduz um som peculiar no trecho em que Paul improvisa uma base vocal na marca de 02:45min. Paul no livro "Many Years From Now" de Barry Miles: "Tínhamos os engenheiros e George Martin tentando fazer o som da bateria parecer mais alto que pudesse. Então a gente tocava e dizíamos, 'não, ainda parece limpo, tem que ficar mais alto e sujo'. Tentamos tudo que podíamos para sujar o som, então Ringo tocou o mais forte e feroz que podia. Trabalhamos muito duro naquela canção." Após o 18° take, Ringo Starr que já não aguentava mais tocar a bateria de maneira selvagem, atirou as baquetas no chão e gritou ferozmente: I've got blisters on my fingers!" ou "Estou com bolhas nos dedos!" Os Beatles incluíram a fala no final da música na versão estéreo. A canção acaba e recomeça várias vezes porém após as três pancadas finais no chimbal pode se ouvir o grito de Ringo e razoavelmente Lennon dizendo "How's that?" ou "O que foi isso?" antes do último acorde.
Ringo Starr
Segundo Ringo no "The Beatles Anthology": Helter Skelter foi uma faixa que fizemos completamente loucos e histéricos no estúdio. Às vezes é preciso dar uma sacudida nos ensaios e aquela música,- com o baixo de Paul e minha bateria- Paul começou a berrar e gritar, o que acabou ganhando mais espaço." OS MÚSICOS
PAULMcCARTNEY- vocais, guitarra solo, baixo
JOHN LENNON- vocais de apoio, guitarra, baixo, saxofone, efeitos sonoros
GEORGE HARRISON- vocais de apoio, guitarra
RINGO STARR- bateria
MAL EVANS- trompete e efeitos sonoros.
Fonte: Wikipédia
Essa música é bem legal e trouxe realmente uma grande mudança para o rock, como outras músicas, pois não gosto de atribuições de "qual o melhor?" ou o"quem foi o primeiro?", mas acredito na importância desses momentos, onde buscavam inovar, buscar identidades novas, experimentos musicais.
Outra coisa que fico bobo de ver é como o fanatismo existe em qualquer lugar, e como isso pode ser doentio. A história sobre a "Família Manson" é chocante, e tudo porque um cara sem noção interpretou a canção de alguma forma e fez dela sua 'religião'. Resumindo: doença!!!
Mas, pra tirar um pouco esse tom de análise musical e histórica, que faço um pouco de metido, deixo dois vídeos pra vocês recordarem ou conhecerem a música!!!
Lembrem-se, rock é e foi feito de momentos! O resto não é rock!
Prestem atenção na marcação do contra baixo do Paul e na peculiar posição da bateria de Ringo!!!
Pra começo de conversa, Dave Mustaine parece totalmente recuperado dos problemas em sua mão e com o baixista David Ellefson. Aliás, com o retorno de Ellefson o Megadeth voltou com a "cozinha" coesa e pegadas agressivas, uma constante que sempre marcou o estilo da banda.
Na minha opinião falta o talento de Marty Friedman, mas Chris Broderick trouxe um pouco do peso de sua antiga banda, o Nevermore.
Chris Broderick, Shawn Drover, Dave Mustaine e David Ellefson
Super Collider 2013
Se compararmos ao último álbum TH1RT3EN (13° álbum da banda), achei mais leve, e em certas passagens, suave!
Acredito que nesse álbum resolveram agregar elementos novos explorando o talento de seus componentes e não apenas do seu front man. Na música "The Blackest Crow", puxam uma introdução tipo folk, e para quem não conhece o álbum, e ouvirem esta música, certamente irão dizer que não é o Megadeth (e só pra deixar claro, a música é boa). Eu destacaria neste álbum as músicas "Burn!", "Off The Edge", "Beginning of Sorrow", "Forget to Remember" e "Don't Turn Your Back..."e o cover do Thin Lizzy. Mas claro que, é apenas a impressão inicial e pessoal. Para quem curte Megadeth, assim como eu, esta obra será presença em muitos aparelhos de mp3, com certeza.
1- KINGMAKER
2- SUPER COLLIDER
3- BURN!
4- BUILT FOR WAR
5- OFF THE EDGE
6- DANCE IN THE RAIN
7- BEGINNING OF SORROW
8- THE BLACKEST CROW
9- FORGET TO REMEMBER
10- DON'T TURN YOUR BACK...
11- COLD SWEAT (THIN LIZZY COVER)
Bom, para quem quiser conhecer o álbum na integra o pessoal do Warriors of the Metal, disponibiliza o link para download. O acesso a página deles encontra-se do ladinho aí!!!
Sir Cristopher Lee, Ordem do Império Britânico, nascido em Londres no dia 27 de maio de 1922. É um ator britânico nascido na Inglaterra conhecido por sua versatilidade e longevidade cinematográfica, além de um notório cantor, dono de uma voz incomparável. Lee ficou conhecido mundialmente interpretando o Conde Drácula, personagem que encarnou por diversas vezes pelos estúdios da britânica Hammer Film Productions. Atuou na trilogia "O Senhor Dos Anéis", interpretando o personagem Saruman. É ligado a PETA, entidade que luta pelos direitos dos animais.
Cristopher Lee interpretando
"Saruman" em Senhor dos Anéis
Lee fez participações como cantor e narrador da banda italiana Rhapsody of Fire no álbum Symphony of Enchanted Lands II- The Dark Secret e The Frozen Tears of Angels, Cristopher Lee participaria apenas como narrador de algumas passagens do álbum, porém a banda decidiu que ele também poderia participar de uma música junto com eles. O que ocorreu na música "The Magic of The Wizard Dreams". Lee participou também na regravação do álbum Battle Hymns da banda de heavy metal Manowar. Em 2012, Lee lançou seu segundo álbum de Heavy Metal, com 90 anos de idade.
Fonte: Wikipédia
O que dizer nessas horas...fantástico? Hum....não! Muito legal? Hum...também não...acho que não diria nada, pois os fatos falam por si. Um senhor de idade, mas como diria meu velho, ele é jovem há muito tempo! Acho uma tremenda bobagem os rótulos que nos apregoam para podermos curtir o que nos fazem bem, e não é a idade nem o que se é, mas o que nos faz sentir!!! E antecipando este post, Cristopher Lee irá completar amanhã 91 anos, e que venham mais 91 de muito mais rock e heavy!!! Feliz aniversário!!! Caros amigos deleitem-se no som que nos trás esse senhor cantando!!! Abraço a todos!!!
Esse camarada faleceu há uns 3 anos e faz muita falta! Agora sei que você vem me dizer que raio de cara é esse? Uma dica, ele já passou pelas bandas Elf, Rainbow, Black Sabbath...
RONNIE JAMES DIO Nascido em Portsmouth (Houston) no dia 10 de julho de 1942, foi músico e compositor de heavy metal ítalo-americano, famoso front-man e considerado um vocalista expressivo no seu gênero musical. Também é conhecido por ter introduzido a mão chifrada, símbolo do rock que simboliza dois chifres. Ronnie adotou o sobrenome "DIO" inspirado no mafioso italiano Johnny Dio. Ainda na escola, formou a banda de Rockabilly Vegas Kings que, após mudar de nome várias vezes como Ronnie And The Rumbles, Ronnie And The Redcaps, Ronnie Dio And The Prophets, The Electric Elves, the Elves, finalmente tornou-se conhecida como a banda ELF.
ELF
Em meados dos anos 70 foi convidado para cantar no grupo Rainbow go guitarrista Ritchie Blackmore (ex-membro do Deep Purple), no qual participou de quatro álbuns.
DIO E RITCHIE BALCKMORE
RAINBOW
Após deixar o Rainbow por conta de desentendimentos com Blackmore, foi convidado pelo guitarrista Tony Iommi para ocupar o posto de vocalista no Black Sabbath, permanecendo com a banda até 1982.
BLACK SABBATH
No mesmo ano forma uma banda própria denominada simplesmente Dio, para em 1993 lançar o álbum Holy Diver. Deste participarem também Vinny Appice, que tinha acompanhado Dio na saída do Black Sabbath, seu antigo companheiro do Rainbow, o baixista Jimmy Bain e o guitarrista Vivian Campbell (posteriormente no Def Leppard). Holy Diver foi muito bem aceito e deixou clássicos como a faixa título, "Stand Up And Shout", "Don't Tlak To Strangers" e o hit "Rainbow In The Dark". Embalado com o sucesso, Dio grava mais um álbum com sua banda em 1984, este intitulado The Last In Line e a banda embarca em uma turnê mundial juntamente com o tecladista Claude Schenell. Em seguida Dio lança seu primeiro vídeo oficial. Após o lançamento de álbuns conseguintes e mudanças na formação da banda, Dio faz uma pausa em 1987. Em 1990 reforma a banda DIO e lança o disco Lock Up The Wolves. A banda é composta por músicos totalmente novos. Durante a subsequente turnê, Dio reencontra o ex-colega do Black Sabbath, o baixista Geezer Butler, e decide retornar à banda para gravar o álbum Dehumanizer em 1992. O grupo se consolidara novamente, mas Dio resolve deixar o Black Sabbath na última data da turnê, após o incidente de saber que este pretendia abrir um show para Ozzy Osbourne. Nos anos entre 1983 e 2006 permaneceu ativo com a banda Dio e voltou a trabalhar com o companheiro Winny Appice até 2003.
DIO- HOLY DIVER
Em 1992 fez sua primeira aparição no Brasil juntamente com Black Sabbath. Retornou ao Brasil nas turnês Strange Highways, Angry Machines, Magica e Killing the Dragon. Em 2007 reuniu-se com os antigos companheiros de Black Sabbath, Tony Iommi, Geezer Butler e Vinny Appice, para excursionarem na promoção da coletânea Black Sabbath- The Dio Years. Este evento resultou na formação da banda Heaven and Hell que permaneceu ativa até seu dia de sua morte.
HEAVEN AND HELL
Ao longo de sua carreira Dio popularizou a expressão da mão chifrada. Na verdade ele usava o gesto no intuito de afastar mau-olhado e não como um símbolo satanista. No documentário "Metal: A Headbanger's Journey" ele faz referência à sua avó italiana, que usava o gesto(chamado MALOIK, não mão chifrada) para afastar (ou evocar) mau-olhado. DOENÇA E MORTE Em 25 de novembro de 2009, Wendy, sua esposa e empresária, anunciou que ele havia sido diagnosticado com câncer de estômago. Dio iniciou o tratamento com a doença ainda no estágio inicial e havia diminuído o número de shows nos últimos meses. Em 4 de maio de 2010, o Heaven and Hell anunciou que eles estavam cancelando todas as apresentações que ocorreriam no verão por causa da condição de saúde de Dio. Dio morreu às 7:45 da manhã (horário local) de 16 de maio de 2010 de acordo com fontes oficiais. Wendy disse no site oficial de Dio: "Hoje meu coração está partido, Ronnie morreu às 7:45 da manhã de 16 de maio. Muitos, muitos amigos e familiares puderam se despedir privativamente antes que ele fosse embora pacificamente. Ronnie sabia o quanto ele era amado por todos. Nós agradecemos o amor e apoio que vocês têm nos dado. Por favor, nos deem alguns dias de privacidade para lidar com esta terrível perda. Por favor, tenham certeza que ele amava vocês todos e sua música viverá para sempre." -Wendy DISCOGRAFIA ELF
Elf - 1972
Carolina County Ball - 1974
Trying To Burn The Sun - 1975
The Gargantuan - 1978 (Coletânea)
The Elf Albums - 1991 (Coletânea)
RAINBOW
Ritchie Blackmore's Rainbow - 1975
Rising - 1976
On Stage - 1977
Long Live Rock 'n' Roll - 1978
Live in Germany '76 - 1990
BLACK SABBATH
Heaven and Hell - 1980
Mob Rules - 1981
Live Evil - 1982
Dehumanizer - 1992
Black Sabbath: The Dio Years - 2007
DIO
Holy Diver - 1983
Live in Concert - 1984
Special From The Spectrum - 1984
The Last in Line - 1984
Sacred Heart - 1985
Super Rock '85 inJapan - 1985
Intermission - 1986
Sacred Heart "The Video" - 1986-2004
Dream Evil - 1987
Lock Up The Wolves - 1990
Diamonds: Best of Dio - 1992 (Coletânea)
Strange Machines - 1994
Angry Machines - 1996
Anthology - 1997 (Coletânea)
Master Series - 1998 (Coletânea)
Inferno: LAst in Live - 1998
Magica - 2000
The Vey Best of Dio - 2000 (Coletânea)
Anthology, Vol. 2 - 2001 (Coletânea)
Killing The Dragon - 2002
Evil Or Divine: Live in New York City (DVD) - 2003
Stand Up and Shout: The Dio Anthology - 2003
The Collection - 2003 (Coletânea)
Master of the Moon - 2004
Evil Or Divine: Live in New York City - 2005
We Rock (DVD) - 2005
Holy Diver Live - 2006
Holy Diver Live (DVD) - 2006
HEAVEN & HELL
Live From Radio City Music Hall - 2007
The Devil You Know - 2009
Participações Especiais
Roger Glover and Guests- Butterfly Ball (1974): Dio participa das faixas "Sitting In A Dream", "Love Is All" e "Homeward".
Kery Livgren- Seeds of Change (1980): Dio participa das faixas "Mask of The Great Deceiver" e "To Live For The King".
Hear'n Aid (1986): Dio paticipa das faixa "Stars".
Tribute to Alice Cooper (1999): Dio participa da faixa "Welcome To My Nightmare".
Tribute to Aerosmith (1999): Dio participa da faixa "Dream On", juntamente com Yngwie Malmsteen.
Deep Purple- In Concet With The London symphony Orchestra (2000): Dio participa das faixas "Love Is All", Smoke on the Water" e Sitting in a Dream".
Iron Eagle Soundtrack (1986): Dio participa da faixa "Hide in the Rainbow".
Tenacious D- The Pick of Destiny (2006): Dio partipa da faixa "Kickapoo".
Queensrÿche- Operation Mindcrime II (2006): Dio participa da faixa "The Case".
Tributos
Homenagens e tributos feitos a Dio.
Awake the Demon: Tribute to Dio- 1999
Hell Rules Vol 1- 1999
Hell Rules Vol 2- 2000
Holy Dio (nacional- cd simples)- 2000
Holy Dio (japonês- cd duplo)- 2000
Catch The Rainbow- A Tribute to Rainbow- 2000
Evil Lives- 2004
Fonte: Wikipédia
Galera, estou colocando aqui alguns vídeos desta fera, que tinha grande presença no palco, interagia de forma intensa com a platéia, amava o que fazia e principalmente, sabia fazer de maneira brilhante.
Na minha humilde opinião, acredito que as melhores fases da sua carreira foram no Rainbow e no Dio.
Deixo alguns vídeos pra você, que começa a escutar heavy e, pra quem já conhece, fica a saudade!!!
Um abraço a todos!!!
Na introdução dessa música Ritchie Blackmore dá um show na guitarra!!!
Aqui apenas o áudio da música da banda ELF.
BLACK SABBATH
DIO
Pra fechar, uma bela introdução de Tony Iommi - Heaven and Hell!!
Hoje a postagem é curta mas de grande importância para o mundo do Rock!!! Em 24 de maio de 1941 nascia Robert Allen Zimmerman, mais conhecido como Bob Dylan.
Bob Dylan e sua marca registrada: gaita de boca e violão
Hoje completando 72 aninhos, muitos destes dedicados ao velho e bom Rock 'n' Roll... a gente no fim nem sabe quem é mais velho!!!! Vida longa aos dois!!!!
Olá pessoal!!! Continuando a nossa escalada, seguindo com a história desta música que faz parte consistente do Rock!!! É por vezes, quando a escuto que acredito que o divino se apresenta de inúmeras formas!!!
PERFORMANCES AO VIVO
A performance pública inaugural da música ocorreu no Ulster Hall de Belfast em 5 de março de 1971. O baixista John Paul Jones lembra que a platéia não ficou impressionada: 'Eles ficaram de saco cheio de esperar para ouvir algo que conheciam'. Entretanto, Page afirmou que, numa das primeiras apresentações no LA Fórum, antes mesmo do álbum ser lançado, que:'Não estou dizendo que a platéia inteira aplaudiu de pé- mas uma boa parte sim. E eu pensei, 'Isso é incrível, porque ninguém ainda ouviu essa música. Esta é a primeira vez que eles estão ouvindo!' A música obviamente os emocionou, então eu soube que ela tinha algo de especial.
A estréia nas rádios foi gravada no Paris Cinema (Teatro localizado em Londres) em 1°de abril de 1971 para um auditório e transmitida três dias depois pela BBC. A canção foi executada em quase todos os concertos seguintes do Led Zeppelin, somente sendo omitida em raras ocasiões quando os shows eram interrompidas por toques de recolher ou problemas técnicos. A última apresentação da banda tocando a música foi em Belim em 7 de julho de 1980, que também foi seu último show por 27 anos; a versão também foi uma das mais longas, com duração de quinze minutos.
Robert Plant e Jimmy Page
Quando tocava a música ao vivo, a banda frequentemente a estendia para mais de dez minutos, com Page tocando um solo de guitarra mais extenso e Plant acrescentando alguns improvisos líricos. Para tocar essa música ao vivo, Page usava uma Gibson EDS-1275 double necked para que ele não precisasse parar para mudar de uma guitarra de seis para uma de doze cordas.
Por volta de 1975, a música normalmente encerrava os shows do Led Zeppelin. Entretanto, depois de suas turnês nos EUA em 1977, Plant começou a se cansar de "Stairway to Heaven": 'Há um limite para quantas vezes você pode cantá-la com entusiamo... Depois acaba virando hipocrisia'.
A música foi tocada de novo pelos membros remanescentes do Led Zeppelin no concerto Live Aid Concert em 1985; no concerto pelo aniversário de 40 anos da Atlantic Records em 1988, com Jason Bonham na bateria; e por Jimmy Page em versão instrumental nas suas turnês solo.
No final dos anos 80, Plant deixou clara sua impressão negativa da música em entrevistas. Em 1988, ele afirmou:
"Predefinição: Cuote."
Entretanto, em meados dos anos 90, a opinião de Plant aparentemente ficou mais branda. Os primeiros compassos foram tocados isoladamente durante as turnês de Page e Plant no lugar das notas finais de "Babe I'm Gonna Leave You" e, em novembro de 1994, Page e Plant executaram uma versão acústica da música numa estação de notícias de Tóquio para a televisão japonesa. Também foi tocada no show de reunião do Led Zeppelin na O2 Arena de Londres em 10 de dezembro de 2007. Imagens em vídeo da música sendo tocada ao vivo foram preservadas no filme "The Song The Same", que mostra uma apresentação no Madison Square Garden em 1973, e no DVD Led Zeppelin, que mostra uma apresentação na Earls Court Arena em 1975. Versões em áudio oficiais também estão disponíveis na trilha sonora de "The Song Remains the Same", no "Led Zeppelin BBC Sessions" (uma apresentação no Paris Theatre de Londres em 1971) e em "How the West Was Won" (uma apresentação na Long Beach Arena em 1972). Também há centenas de versões em áudio que podem ser encontradas em "bootlegs" não oficiais do Led Zeppelin.
Plant e Page
LEGADO
Stairway to Heaven continua como canção de rock top nas rádios. Em 2006, na Guitar World os leitores escolheram o solo da música como melhor de todos os tempos. No 20°aniversário do lançamento original da canção, foi anunciado através de fontes de rádio dos EUA que a música tinha registrado um número estimado de 2,874 milhões de reproduções nas rádios, que seria executado por 44 sólidos anos. Em 2000, a canção tinha sido transmitido na rádio ao longo de 3 milhões de vezes.
A duração da música impediu a sua libertação em plena forma como single. Apesar da pressão da Atlantic Records, a banda não autorizou a edição da música para o lançamento do single, fazendo "Stairway to Heaven" uma das canções de rock mais conhecida e popular que nunca ter sido lançada como single. O fez, contudo, aparecendo em dois discos promocionais no Estudos Unidos. Outro CD da canção apareceu em um EP australiano em 1991. No aniversário de 20 anos do lançamento da música, a revista Esquire publicou um artigo sobre seu sucesso inesperado e sua influência duradoura. Karen Karbo escreveu:
" É difícil de acreditar que alguém soubesse que essa música iria se tornar a mais popular música de Rock de todos os tempos. Afinal, ela tem oito minutos de duração e nunca foi lançada como single. 'Hey Jude' era mais curta, foi lançada em disco de 45 rotações e tinha os benefícios de possuir palavras compreensíveis e um refrão cativante. Mas 'Hey Jude' não é a música mais pedida de todos os tempos nas estações de rock em FM. Ninguém nem mesmo usou 'Hey Jude' como tema promocional ou tocou a música em casamentos e funerais, como aconteceu com "Stairway". Mas "Stairway" não conseguiria fazer sucesso hoje. Nos idos de 1971, os DJs das FMs tinham orgulho de explorarem os álbuns ao máximo para descobrir músicas diferentes e 'cult'. Com sua enorme duração, mudanças bruscas e letras 'cabeça', o hino quase-medieval era a escolha perfeita. E continua sendo favorita entre ouvintes que são mais jovens do que a própria música; ouvintes que, em alguns casos, foram provavelmente concebidos enquanto a música tocava alto em alto-falantes de carros"
Em 2004, a revista Rolling Stone a colocou em 31° lugar em sua lista das 500 Melhores Músicas de Todos os Tempos. Um artigo da revista Guitar World de 29 de janeiro de 2009 classificou o solo de guitarra de Jimmy Page em primeiro lugar em sua lista dos 100 Melhores Solos de Guitarra na História do Rock 'n' Roll.
Erik Davis, um historiados social e um critico cultural comentou sobre o sucesso maciço da canção:
" Stairway to Heaven não é a maior canção de rock dos anos 70; é o maior feitiço dos anos 70. Pense um pouco: todos nós estamos de saco cheio dela mas, de alguma maneira enigmática, ela ainda é a número um. Todo mundo sabe disso... Mesmo a nossa antipatia e deboche são ritualísticos. As paródias idiotas; os folclores inspirado pelo filme "Wayne's World" [nota: filme 'Quanto mais idiota melhor'] sobre as lojas de guitarra exigindo que os clientes não a tocassem; até mesmo a rejeição pública de Robert Plant- tudo isso simplesmente comprova a regra. 'Stairway to Heaven' não é somente a númeor 1. É a Única, a essência, o mais perto que o AOR poderá te levar em direção ao absoluto".
Page tem-se comentado sobre o legado da música:
" A coisa maravilhosa sobre 'Stairway' é o fato de que quase todo mundo tem sua própria interpretação individual sobre ela, e realmente o que significava para eles no seu ponto de vida. E é isso que é tão importante sobre ela. Com o passar dos anos as pessoas vêm a mim com todo o tipo de histórias sobre o que significava para eles em determinados pontos de suas vidas. Sobre como eles, te-los através de algumas circunstâncias realmente trágicas... porque é uma música extremamente positiva, é uma energia tão positiva,e, você sabe, as pessoas têm se casado com a canção."
ALEGAÇÕES SOBRE MENSAGENS OCULTAS
Em um programa de televisão de janeiro de 1982, a Trinity Broadcasting Network hospedado por Paul Crouch, foi alegado que as mensagens ocultas estavam contidos em muitas canções de rock popular através de uma técnica de inversão. Um exemplo deste tipo de mensagens ocultas que foi proeminentemente citado foi em "Stairway to Heaven". A mensagem alegada, que ocorre durante a seção do meio da música (If there's a bustle in your hedgerow, don't be alarmed now...) quando tocada para trás, supostamente continha referências satânicas "Aqui está a meu doce Satanás" e "Eu canto porque eu vivo com Satanás". Após as alegações feitas no programa de televisão, o deputado da Califórnia Phil Wyman propôs uma lei estadual que exige aviso sobre rótulos de registros contendo mensagens para trás. Em abril de 1982, o comitê de Defesa do Consumidor e de materiais tóxicos da Assembléia do Estado da Califórnia realizou uma audiência sobre mensagens tocadas ao contrário na música popular, durante o qual Stairway to Heaven foi tocado para trás.
Várias versões da mensagem alegada existe. Uma tal interpretação lê:
Oh aqui está a meu doce Satanás. Aquele cujo caminho pouco me faria triste, cujo poder é Satan. Ele lhe dará os que com ele 666. Houve uma pequena ferramenta galpão onde ele nos fez sofrer, triste Satanás.
A banda em si tem ignorado dessas reivindicações; em resposta às alegações, a Swan Song Records, emitiu a seguinte declaração: "Nosso toca-discos só toca em uma direção- para frente." Eddie Kramer, engenheiro de som da banda disse: "totalmente e totalmente ridículo. Por que eles querem gastar muito tempo de estúdio fazendo algo tão idiota?" Robet Plant expressa frustração com as acusações em uma entrevista de 1983, na revista Musician: "Para mim é muito triste, porque "Stairway to Heaven" foi escrito com todas as melhores intenções, e, tanto quanto a reverter fitas e colocar mensagens no final, isso não é minha ideia de fazer música".
OUTRAS VERSÕES
A música já foi coverizada várias vezes. A interpretação de Rolf Harris tocada com didjeridu, um tipo de flauta australiana, e sua wobble board alcançou a posição 7 nas paradas britânicas em 1993. A versão de Rolf Harris foi uma das 25 versões que foram executadas ao vivo por artistas convidados no talk show australiano do começo dos anos 90 The Money or the Gun- todas sendo versões únicas da música no estilo idiossincrático de cada artista convidado. Dolly Parton lançou um cover acústico simplificado em 2002; Plant elogiou a versão, observando que ele teve uma surpresa agradável ao ver o resultado da versão dela. Em 1977, Little Roger e os Goosebumps gravaram uma paródia da música na qual a letra da música tema da série de televisão Gilligan's Island foi cantada no lugar da letra original. Em menos de cinco semanas, os advogados do Led Zeppelin ameaçaram processá-los e exigiram que todas as cópias remanescentes da gravação fossem destruídas. Entretanto, durante uma entrevista à National Public Radio em 2005, Plant se referiu a essa versão como sendo seu cover preferido. A comédia SCTV fez uma sátira elaborada da música em seu álbum de paródias 'Stairway to Heaven'. Esse álbum, divulgado no estilo da K-tel, contém trechos de vários covers, supostamente de artistas que variavam desde Slim Whitman até o grupo de paródias dos anos 50 'The Five Neat Guys', além da versão original. Esse projeto, devido a problemas com direitos autorais, não foi lançado em DVDs para a série. Uma versão da Far Corporation foi lançada em 1985 e alcançou o 8°lugar nas paradas britânicas.
Frank Zappa criou um arranjo "big band/reggae" da música como um dos destaques de sua turnê de 1988. Esse arranjo, incluído no álbum The Best Band You Never in Your Heard in Your Life, contém uma seção na qual a banda de Zappa toca o solo de Jimmy Page com cornetas.
O físico e compositor australiano Joe Wolfe compôs um conjunto de variações de 'Stairway to Heaven'. Esse trabalho, intitulado The Stairway Suite, foi composto para orquestra, big band, coral e SATB [soprano, alto, tenor e baixo]. Cada variação segue o estilo de um famoso compositor: Franz Schubert, Gustav Holst, Glenn Miller, Gustav Mahler, Georges Bizet e Ludwig van Beethoven. Por exemplo, a variação inspirada por Schubert é baseada na Sinfonia Inacabada e a variação inspirada por Beethoven inclui solistas vocais, coral e lembra a Nona Sinfonia. Wolfe postou a partitura completa dessa obra na internet.
LED ZEPPELI IV
Lado 1
1. Black Dog
2.Rock and Roll
3.The Battle of Evermore
4. Stairway to Heaven
Lado 2
5. Misty Mountain Hop
6.Four Sticks
7. Going to California
8. When the Levee Breaks
Robert Plant- vocal e gaita
Jimmy Page- guitarra, violão e bandolim John Paul Jones- baixo, teclado e sintetizadores John Bonham- bateria e percussão
Convidados: Ian Stewart- piano (em Rock an Roll) Sandy Denny- vocal feminino (em The Battle of Evermore)
Bom, como não poderia de deixar aqui o mau apreço por este álbum magnifico, e com essa música onde não cabem adjetivos, no início deste ano assisti um vídeo que me deixou perplexo, e pelo seu conteúdo, aos autores desta obra, também.
Este vídeo é uma homenagem a banda, onde Stairway to Heaven é interpretada pela banda Heart (as irmãs Ann e Nancy Wilson,duas excelentes artistas) e na bateria Jason Bonham! Na minha opinião, singela, a melhor interpretação sem ser Led Zeppelin!!! O mais legal, os caras se emocionam... muito bom!!!! Assistam, pois isso só o Rock te faz experimentar!!!
Sintam o que é esse "feitiço", como alega Erik Davis!!!!!