quarta-feira, 12 de junho de 2013

CONCERTO DA SEMANA....APRECIEM UMA GRANDE EXIBIÇÃO DE PAUL McCARTNEY PARA O POVO RUSSO!!!

Olá pessoal!!!
Hoje coloco aqui a nossa edição semanal do concerto da semana: show de Sir Paul McCartney em Moscou!!!
Esse é um show para se comprar o DVD e sempre que puder ouvi-lo, vê-lo porque é sensacional!!!
Então curte aí e me digam o que acharam!!! 


terça-feira, 11 de junho de 2013

BUDGIE!!!! CONHECE?

Caso não conheça, deveria!!!
O som dos caras é muito bom, e sempre que posso coloco pra escutar e pensar na vida!!!!
Particularmente gosto de dois álbuns deles: 


Budgie de 1971


e o Bandolier de 1975. 



O Budgie é uma banda que saiu de Cardiff, no País de Gales!!!
Vamos a história!!??

Criada em 1968, sua formação original consistia de Burke Shelley (baixo e vocal), Tony Bourge (guitarra e vocal) e Ray Phillips (bateria). A atual formação é composta por Simon Lees (guitarra), Burke Shelley (baixo e vocal) e Steve Williams (bateria).



Seu primeiro álbum foi gravado em Rockfield Studios com o produtor do Black Sabbath, Rodger Bain e lançado em 1971 seguido por Squawk em 1972. O álbum que se seguiu, Never Turn Your Back on a Friend (1973), inseriu a banda na história do rock and roll e possivelmente contém sua melhor canção, "Breadfan", mais tarde regravada pelo Metallica. O Metallica também regravou uma outra canção do Budgie, "Crash Course In Brain Surgery". Ray Phillips deixou a banda antes do quarto álbum IN FOR THE KILL ser gravado e foi substituído por Pete Boot.
Em 1975, Bourge e Shelley se juntaram ao baterista Steve Williams para o álbum BANDOLIER, Bourge deixou a banda em dezembro de 1978 e foi substituído por John Thomas. A música do LP de 1978, "Impeckable", fez parte da trilha sonora do filme "J-Men Forever" de 1979 (aparecendo frequentemente na série de televisão "Night Flight" da USA Network de 1981 a 1988) e se tornou um clássico. A banda resistiu com sucesso à New Wave of British Heavy Metal (NWOBHM) até 1982, sendo até mesmo a atração principal dos Festivais de Reading e Leeds. Eles chegaram a ter um grande número de fãs na Polônia, chegando a ser a primeira banda de heavy metal a se apresentar atrás da Cortina de Ferro em 1982. Teve também destaque a sua excursão com o apoio de Ozzy Osbourne em 1984.
A banda se desfez em 1988, e seus integrantes foram participar de produções em estúdios e ocasionalmente sendo convidados para outros projetos; John Thomas participou no estúdio do CD Phenomena com o ex-integrante do Black Sabbath, Glen Hughes. John Thomas deixou a banda em 2001 depois de terem sido a atração principal do festival ao ar-livre, "Welsh Legends of Rock".
Desfrutando de grande popularidade no Texas, um pouco graças ao legendário promotor musical, o DJ e empresáio do ramo de restaurantes, Joe "The Godfather" ou "Mr. Pizza" Anthony na rádio KMAC/KISS da década de 1970, a banda se reuniu para apresentações em 1995, 1996 e 2000 nos festivais ao ar-livre 'La Semana Alegre' em San Antonio, Texas. Eles excursionaram de 2002 a 2006, principalmente pelo Reino Unido, pelas regiões de New York/ New Jersey, Dallas e realizaram algumas apresentações na Europa incluindo o Festival do Rock da Suécia e um retorno à Polônia pós-comunista.
Budgie gravou um novo álbum intitulado 'You're All Living in Cuckooland', que foi lançado no Reino Unido no dia 7 de novembro de 2006.

DISCOGRAFIA

Álbuns de estúdio

  • Budgie- 1971
  • Squawk- 1972
  • Never Turn Your Back on a Friend- 1973
  • In For The Kill- 1974
  • Bandolier- 1975
  • If I Were Britannia I'd Waive The Rules- 1976
  • Impeckable- 1978
  • Power Supply- 1980
  • Nightflight- 1981
  • Deliver Us From Evil- 1982
  • You're All Living In Cuckooland- 2006
Coletâneas e álbuns ao vivo
  • Best of Budgie- 1975
  • Best of Budgie- 1981
  • An Ecstasy of Fumbling- The Definitive Anthology- 1996
  • The Best Of Budgie- 1997
  • Heavier Than Air- Rarest Eggs- 1998
  • We Came, We Saw...- 2000
  • Life in San Antonio- 2002
  • The Last Stage- 2004
  • Radio Sessions 1974 & 1978- 2005
  • The BBC Recordings- 2006
Fonte: Wikipédia

Ouçam aí um baita som desses caras....Heavy das antigas!!!!


sábado, 8 de junho de 2013

FUMAÇA NA ÁGUA....HUM.... UM RIFF INESQUECÍVEL E MARCANTE!!!!

FUMAÇA NA ÁGUA

Saímos todos para Montreaux
Ás margens do lago genebra
Para gravarmos um disco com um "estúdio" móvel
Não tivemos muito tempo

Frank Zappa e as mães
Estavam lá no melhor lugar
Mas algum estúpido com um sinalizador
Incendiou o local até o chão

Fumaça sobre a água, fogo no céu
Fumaça sobre a água

Eles queimaram totalmente a casa de jogos
A casa ruiu com um som terrível
Funky Claude correu pra todo lado
Tirando as crianças do local

Quando terminou
Tivemos que procurar outro lugar
Mas tempo suíço estava se esgotando
Parecia que perderíamos a corrida

Fumaça sobre a água, fogo no céu
Fumaça sobre a água

Terminamos no Grande Hotel
Estava vazio e frio
Mas com o caminhão Rolling Stones lá fora
Fazendo nossa música lá

Com algumas luzes vermelhas e algumas camas velhas
Fazemos um lugar suar
Não importa o que ganhamos com isso
Eu sei que nunca esqueceremos

Fumaça sobre a água, fogo no céu
Fumaça sobre a água

Essa é a tradução de um grande sucesso mundial e me lembro quando escutei essa música pela primeira vez, com a introdução feita com a entrada sequencial de cada instrumento!!! Aquilo era demais!!! 
Pra quem ama rock, essa é uma música que sempre entre tantas mais, e pra quem irá começar, Deep Purple é sempre uma banda recomendada!!! Ouçam bastante, principalmente a gurizada mais nova, porque não tem erro!!!!

'Smoke On The Water' (fumaça na água, em português) foi lançada pela primeira vez no álbum Machine Head, de 1972. A música é famosa por ter um dos riffs de guitarra mais conhecidos e tocados da história do rock.


Machine Head- 1972

A letra da canção fala de uma história verídica: em 4 de dezembro de 1971, o Deep Purple chegou em Montreux, na Suiça, para gravar um álbum usando um estúdio de gravação móvel (alugado dos Rolling Stones, e conhecido como Rolling Stones Mobile Studio, chamado de "Rolling truck Stones thing" e "the mobile" na letra da música) no complexo de entretenimento que fazia parte do Cassino de Montreux (chamado de "the gambling house", "casa de apostas", na letra). Na véspera da sessão de gravação um show de Frank Zappa e The Mothers of Invention foi realizado no teatro do cassino e, durante o show, um incêndio se iniciou, no meio do solo de sintetizador de "King Kong", alguém disparou um sinalizador no teto de ratã, incendiando-o (o que é mencionado no verso "some stupid with a flare gun", "um idiota com um sinalizador"). O incêndio destruiu todo o complexo do cassino, juntamente com todo o equipamento do Mothers. A "fumaça na água" que se tornou o título da canção (creditado ao baixista Roger Glover) referia-se à fumaça vinda do fogo, que se espalhou pelo lago Genebra (também conhecido como lago Léman) a partir do cassino em chamas, enquanto os membros da banda o assistiam de seu hotel, do outro lado do lago. O "Funky Claude" que, segundo a letra, "entrava e saía correndo" (running in and out) é Claude Nobs, diretor do Festival de Jazz Montreux, que ajudou parte da platéia a fugir das chamas.
Vendo-se com uma unidade móvel de gravação caríssima, porém sem lugar para usá-la, a banda foi obrigada a percorrer a cidade, em busca de um lugar para se instalar. Um local promissor, encontrado por Nobs, era um teatro local chamado The Pavillion- porém assim que a banda descarregou e começou a trabalhar, os vizinhos se incomodaram com o barulho; a banda pôde apenas gravar as faixas de fundo para uma canção (baseada no célebre riff de Ritchie Blackmore), e chamada temporariamente de Title n°1, "título n°1"), antes que a polícia local interrompesse a sessão.
Após cerca de uma semana de procura, a banda finalmente alugou o Grand Hotel de Montreux, praticamente vazio, e converteu alguns de seus corredores e escadas num improvisado estúdio de gravação, onde gravaram a maior parte da faixas daquele que viria a ser o seu álbum mais bem sucedido comercialmente, Machine Head, incluindo a maior parte da própria "Smoke on the Water" (embora a letra tenha sido composta posteriormente).
Em 1973 o vocalista Ian Gillan e o baixista Roger Glover abandonaram a banda, e foram substituídos por David Coverdale e Glen Hughes, que dividiam os vocais. Quando interpretavam a canção, Coverdale cantava a primeira estrofe, Hughes a segunda, e ambos cantavam em harmonia a terceira estrofe e o refrão, alterando, no entanto, a letra do terceiro verso para a do primeiro.
Quando Steve Morse entrou na banda, tornou-se uma tradição que ele tocasse o seu solo de guitarra antes desta música, nas exibições ao vivo. Este solo consistia de um medley de solos, licks e riffs de diversos clássicos do rock, interligados por algumas frases em tapping.

COMPOSIÇÃO

Esta canção é conhecida e pode ser reconhecida instantaneamente pelo seu tema central, uma melodia de quatro notas, numa escala de blues harmonizada em quartas paralelas. O riff, tocado numa guitarra Gibson, por Ritchie Blackmore, ao qual primeiro se juntam o chimbau e um órgão distorcido, é então acompanhado pelo baixo, numa célebre linha pulsante de apenas uma nota, antes da entrada da bateria completa e do vocal de Ian Gillan:

"WE ALL CAME OUT TO MONTREUX, ON THE LAKE GENEVA SHORELINE
TO MAKE RECORDS WITH A MOBILE, WE DIDN'T HAVE MUCH TIME"


Ritchie Blackmore

Jon Lord duplicou a parte da guitarra num órgão Hammond B3, tocado através de um amplificador Marshall distorcido, criando um efeito muito similar a guitarra. Ritchie Blackmore usou dois dedos (e não uma palheta) para praticamente 'beliscar' os pares de notas dos acordes, de maneira que eles fossem tocados de forma exatamente simultânea, para sincronizar-se melhor ao órgão. "Smoke on the Water" é a única canção no álbum Machine Head que não foi tocada em sua célebre Fender Stratocaster. Blackmore citou como motivo o fato de que o riff era mais difícil de tocar desta maneira nela do que na Gibson. 


Jon Lord
O primeiro solo é executado na guitarra, por Blackmore, enquanto o segundo e último é tocado no órgão por Lord até o fadeout.

RECEPÇÃO

"Smoke on the Water" saiu no álbum Machine Head, do inicio de 1972, porém não foi lançada como single até um ano depois, em maio de 1973. Os membros da banda disseram que não esperavam que a canção fosse um sucesso, porém o single chegou à quarta posição da parada de pop da revista americana Billboard, durante o verão daquele ano, à segunda posição da revista canadense RPM, e levou o álbum ao Top 10. Performances ao vivo da canção, que contavam com longas interações entre a guitarra de Blackmore e o órgão Hammond de Jon Lord, tornaram-se um ponto central dos shows da banda, e uma versão de "Smoke on the Water" do álbum ao vivo Made in Japan tornou-se também um sucesso naquele ano.
Os principais compositores da camção a incluíram em seus repertórios durante as carreiras solo que iniciaram, com o fim da banda; Ian Gillan, em especial, executava uma versão influenciada pelo jazz em seus espetáculos, influenciada pelo guitarrista de sua banda, Bernie Torme. A canção também era tocada pela banda de Ritchie Blackmore pós Deep Purple, o Rainbow, durante suas turnês de 1981 e 1983, e durante a breve reunião da banda, no meio da década de 1990. Durante o período em que Ian Gillan fez parte do Black Sabbath, em 1983, "Smoke on the Water" era executada como peça fixa do repertório, especialmente como bis; até hoje é um dos poucos covers que o Black Sabbath já tocou ao vivo.
A canção é muito popular entre guitarristas iniciantes, embora o próprio Blackmore já tenha demonstrado que a maioria dos que a tocam o fazem de maneira equivocada. Embora o riff foi tocado usando 'somente quartas', como especificados por Blackmore (ou doble stops), uma variação com power chords não é difícil de ser executada, e é a maneira em que a maioria dos iniciantes a toca. O falecido guitarrista do Pantera, Dimebag Darrell Abbott, por exemplo, teria afirmado a seu irmão, o baterista Vinnie Paul Abbott, que "Smoke on the Water " foi a primeira canção que ele aprendeu na guitarra, e a primeira que ambos tocaram juntos.


Deep Purple

O MELHOR RIFF DA HISTÓRIA DO ROCK?

Em abril de 2008, os alunos da London Tech Music School, uma das mais conceituadas escolas de música da Grã-Bretanha e de onde saíram integrantes de bandas como o Radiohead, The Kinks e The Cure, elegeram a música como o melhor riff de todos os tempos na história do rock, no entanto tal decisão não é nem unânime nem consensual, já que em 2004, numa sondagem feita pela BBC News, ficou em quarto lugar e mais recentemente, em 2009, numa sondagem feita pelo jornal inglês The Sun aparece na nona posição.

Fonte: Wikipédia

Agora fiquem com o som dos caras!!! Apreciem sem moderação pois isso é 
Rock 'n' Roll!!!




E vai também um cover bem legal feito pelo Mr. Big!!! Curtam aí!!!



sexta-feira, 7 de junho de 2013

CONCERTO DA SEMANA: MOTORHEAD - 25 & ALIVE BONESHAKER (BRIXTON ACADEMY) - 22 OCTOBER 2000

Bom, vamos esquentar um pouquinho as orelhas com essa banda que é puro ROCK!!!! 
Todos que me conhecem sabem da minha predileção pelo Motorhead. O som trash da banda me deixa empolgado toda vez que coloco no meu celular e saio escutando pela rua...pra quem não conhece, vai achar estranho uma banda com 3 integrandes e muitas vezes achar que tem um quarto membro, mas é Lemmy  tocando seu contrabaixo, pra muitos de forma estranha, com muita competência e tornando o som da banda único!!! 
Curtam aí o som dos caras!!!
Abraço a todos!



quinta-feira, 6 de junho de 2013

13, O NOVO TRABALHO DO SABBATH

Bom dia pessoal!!
Quando disseram que havia uma possibilidade do Black Sabbath retornar aos palcos com o Ozzy Osbourne nos vocais, aguardava a vinda deste álbum com entusiasmo e ao mesmo tempo com desconfiança!!! Nem todas as voltas de grandes bandas foram bem sucedidas, mas meus amigos, o "13" é um coice!!! (risos)

Geezer Butler, Ozzy Osbourne e Tony Iommi

Eu não vou fazer nenhuma ressalva no álbum, pois quero que vocês me ajudem a desenvolver. Comentem qual a impressão de vocês a respeito do "13"!!! 
Ficarei no aguardo!!!

P.S.: pessoal, eu não posto links para downloads, mas caso estejam querendo baixar, tem nos blogs que visito, aí do lado tem os atalhos!!! Divirtam-se!!!


13- BLACK SABBATH (2013)


1- End of Beginning
2- God is Dead?
3-Loner
4- Zeitgeist
5- Age of Reason
6-Live Forever
7- Damaged Soul
8- Dear Father

Membros: Ozzy Osbourne (vocal), Tony Iommi (guitarra) e Geezer Butler (baixo)
Membro de sessão: Brad Wilk (bateria)


Pessoal curtam aí e não esqueçam de ajudar a divulgar o blog e deixar comentários!!! Não custa nada!!! 
Abraço a todos!!!



sexta-feira, 31 de maio de 2013

JOHN BONHAM

Olá galera que curte música e seus criadores, que curte rock e suas vertentes, que curte leitura e boa informação, eis aqui uma homenagem a um músico consagrado e reverenciado por muitos. É referência para músicos iniciantes, principalmente bateristas, e se você quer tocar e não o conhece, procure ouvir: esse cara era show, e infelizmente não pude vê-lo tocando!!! 
Bom, hoje esse cara estaria soprando velinhas e completaria 65 anos: John Bonham!

John Bonham

John Henry Bonham nasceu em 31 de maio de 1948 em Redditch, Worcestershire, Inglatera. Quando era pequeno costumava a batucar em caixotes e latas de café quando tinha apenas 5 anos, imitando os movimentos dos seus ídolos Gene Krupa e Buddy Rich (vale lembar que Bonham era um baterista autodidata). Aos 15 anos recebeu a sua primeira bateria a sério: uma Premier.foi quando ele deixou a escola, para ajudar seu pai em uma empresa de construção. Seus pais sempre o apoiaram, e outra pessoa que apoiou suas ambições foi sua mulher, com quem ele tinha se casado com apenas 17 anos.
Em 1964 juntou-se à sua primeira banda, Terry Webb and The Spiders. Tocou depois para bandas como os The Blue Star Trio e The Senators, que editaram um single com algum sucesso chamado de "She's a Mod". Bonham gostou destas experiências, e decidiu fazer da música a sua vida. Tocou com os The Way of Life, mas devido à iniciativa desta banda passou para os Crawling King Snakes, cujo vocalista era Robert Plant. Durante este período, Bonham adquiriu a reputação de ser o baterista mais barulhento da Inglaterra, sendo muitas vezes convidado a parar de tocar, devido à sua tendência para partir as baterias.
Quando Jimmy Page pensou em formar o Led Zeppelin, convidou Robert Plant, que lhe sugeriu Bonham para a bateria, que assim passou à frente de B.J. Wilson do Procol Harum de de Ginger Baker que viria a fazer parte do Cream, que, segundo se falava, pertenciam à lista de Page.
O próprio Bonham contava essa história: "Eu tinha duas ofertas excelentes: de Chris Farlowe e de Joe Cocker. Farlowe já tinha o nome feito e eu sabia que Cocker chegaria lá, mas quando vi meu amigo (Plant) aliado à Jimmy Page, não pensei duas vezes".

Led Zeppelin

Bonham usava as baquetas mais pesadas e mais compridas disponíveis, a que ele chamava "árvores". O seu estilo pesado inicial era bem demonstrado em "Immigrant Song", "Mob Dick", "When The Levee Breaks" e "The Ocean". Embora não fosse considerado tão solto como Keith Moon, nem tão respeitado pela crítica como Ginger Baker, a sua potência por detrás da bateria influenciou praticamente todos os bateristas do hard rock e do heavy metal. Os seus solos de bateria, primeiro em "Pat's Delight" e depois em "Mob Dick", duravam normalmente pelo menos meia hora; Bonham usava inclusive as mãos, obtendo assim um som diferenciado.
Em 1974 entrou no filme "The Son of Dracula" tocando bateria. Muitos dos fãs do Led Zeppelin consideram que a sua atuação no filme The Song Remains The Same do Zeppelin, terá sido a melhor de todos os membros do grupo.
No dia 12 de setembro de 2007, Jimmy Page, Robert Plant e John Paul Jones se reuniram em Londres e anunciaram seu retorno aos palcos em uma única apresentação para 20 mil pessoas em um show em homenagem a Ahmet Ertgün  (falecido em 2006), fundador da gravadora Atlantic Records, a renda da apresentação foi destinada a uma instituição que concede bolsas educacionais. Jason Bonham, filho de John Bonham, tocou bateria na primeira apresentação da formação "original" do Led Zeppelin após 27 anos.

FAMÍLIA

John Bonham tinha dois irmãos: o seu irmão mais novo, Mick Bonham(1951-2000), foi um discotecário, autor e fotógrafo e sua irmã mais nova, Deborah Bonham (nascida em 1962), é cantora e compositora.
Bonham era casado com Pat Philips, e o casal teve dois filhos: sua filha Zoë Bonham (nascida em 1975), que é cantora e compositora e também aparece regularmente com o Led Zeppelin em convenções e premiações. Jason Bonham (nascido em 1966), que é um baterista de rock, que ganhou sucesso com várias bandas incluindo Foreigner e Bonham. Em dezembro de 2007, Jason Bonham tocou com o Led Zeppelin, bem como na sua apresentação no 40° Aniversário da Atlantic Records, em 1988.
Em 1970, Jason aparece tocando bateria no filme The Song Remains the Same. Zoë e Jason apareceram na cerimônia do Rock and Roll of Fame, em 1995, juntamente com os membros remanescentes do Led Zeppelin. Sua mãe, Joan Bonham, é uma das vocalistas do The Zimmers, uma banda da 40 membros criada como resultado da BBC, um documentário sobre o tratamento das pessoas idosas. Seu primo Billy Bonham (nascido em 1950), também tocou teclados para Terry Reid e Ace Kefford.

MORTE

Bonham não gostava de se ausentar de casa e da família por longos períodos de tempo; isto levou-o ao uso abusivo do álcool para controlar os seus nervos. EM 24 de setembro de 1980, na viagem do hotel para o estúdio onde a banda ensaiava para a sua digressão pelos Estados Unidos, Bonham bebeu cerca de quarenta doses de vodka.
Quando terminou o ensaio foram para casa de Jimmy Page em Windsor. Depois da meia noite, Bonham adormeceu e foi levado para a cama. Benji LeFevre encontrou o corpo de Bonham na manhã seguinte. Apesar do alarido feito pela imprensa sensacionalista, a autópsia não revelou a presença de drogas no seu corpo. Foi diagnosticado de que Bonham morreu asfixiado pelo próprio vômito.

O BATERISTA



Em pesquisa feita pelo site Digital Dream Door em 16 de agosto de 2008 John Bonham foi considerado um dos melhores bateristas do mundo pelos seguintes critérios: inovação, originalidade e capacidade técnica. Na opinião dos fãs da banda, é o melhor baterista de todos os tempos. John Bonham utilizava baterias da marca Ludwig, de vários modelos, porém, os destaques foram: Green Sparkle (1972) e Amber Vistalite (1973-1975).


E pra quem quer relembrar a genialidade desse cara, Mob Dick do Led Zeppelin!!!




Fonte: Wikipédia


terça-feira, 28 de maio de 2013

CONCERTO DA SEMANA: DEEP PURPLE, LIVE IN DENMARK 1972

Olá headbangers de plantão!!!
Toda semana irei garimpar e postar aqui no blog um concerto ou show de banda!!
Essa semana presto esta homenagem ao Deep Purple. 
Prestem bem atenção na precariedade do lugar e das condições dos equipamentos, inclusive dos instrumentos, mas que acima de tudo o que prevaleceu foi a música dessa banda fantástica!
Notem algums cenas peculiares: bigodão do Jon Lord, as cubanas tocas pelo Ian Gillan e o câmera perdido, pois quando Ritchie solava ele só fazia um close no final do solo...tirando isso é um ótimo show em P&B!!! 
Isso é rock!




Este álbum foi gravado no dia 1° de março de 1972 na Dinamarca, lançado apenas em 2007. Este é um dos cinco concertos do Deep Purple liberados os passeios em 1972, e o único a apresentar "Fire ball", que foi substituido  por "Smoke on the Water", uma semana depois.

FAIXAS

  1. Highway Star
  2. Strange Kind of Woman 
  3. Child in Time
  4. The Mule
  5. LAzy
  6. Space Truckin
  7. Fireball (Smoke on the Water)
  8. Lucille
  9. Black Night

MÚSICOS

  • Ritchie Blackmore: Guitar
  • Ian Gillan: Vocais, Harmonica  e Percussão
  • Roger Glover: Baixo
  • Jon Lord: Orgão e Teclados
  • Ian Paice: Bateria e Percussão





FELICIDADES JOHN FOGERTY

Muita gente escutou, dançou e muita gente curte o som desse Senhor: John Fogerty! Particularmente gosto da carreira solo e também com o Creedence Clearwater Revival!
Hoje ele completa 68 aninhos!!! Parabéns!!



John Cameron Fogerty nasceu em Berkeley, Califórnia no dia 28 de maio de 1945. Cantor, guitarrista e compositor norte-americano, fundador e ex-líder da banda de country rock Creedence. É considerado um dos maiores e mais influentes guitarristas e compositores da história do rock 'n' roll mundial!




Um showzinho na integra pra curtir o som desse cara


HELTER SKELTER

Bom, hoje apresento a vocês, e acho que para muitos que apreciam rock, esta música que, como a banda, também faz parte de suas discografias!!!!
"Helter Skelter" é uma canção dos Beatles composta por Paul McCartney, creditada à dupla Lennon-McCartney, e lançada no álbum The Beatles ou "Álbum Branco" de 1968. É considerada por muitos como a primeira música de Hard Rock/Heavy Metal da história.


The Beatles ou The White Album


ORIGENS DA MÚSICA

Paul estava na Escócia, lendo uma edição de 1967 da Melody Maker, revista especializada em música, quando leu uma entrevista do guitarrista Pete Townshend, dizendo que o último single "I Can See For Miles", era a canção mais alta, suja e barulhenta que o The Who já tinha feito. Porém quando Paul foi ouvi-la, ele percebeu que não era tão barulhento assim. Ele julgou sendo um "barulho organizado", e tratou de compor essa canção tentando fazer a sua própria ópera barulhenta e suja.
Helter Skelter é o nome de um brinquedo britânico muito popular, que consiste em um tobogã em formato de espiral. Paul fala sobre no livro "Many Years From Now" de Barry Miles: "Eu usei o símbolo do brinquedo helter skelter como uma ida do topo para o fundo- a ascenção e queda do Império Romano- e esta era a queda, a decadência, a ida para o fundo. Você pode pensar que é um título bonitinho, mas é tido como referência, desde quando Manson tomou como um hino, quanto as versões que as bandas punks faziam por ser um rock sujo."
Além disso, o termo helter skelter pode significar também confusão, algazarra, desorganização.

LETRA

A letra sem muito sentido fala sobre o brinquedo: "Quando eu chego ao chão, eu volto para o topo do escorregador, onde eu paro, me viro e saio para outra volta até que eu volte ao chão e te veja novamente."
Em alguns trechos ele parece estar falando sobre uma garota de programa: "Você não quer que eu te ame? Estou descendo rápido, mas estou a milhas de você/ Vamos me diga a resposta/ Você pode ser uma amante, mas você não é uma dançarina."

Brinquedo Helter Skelter

Nos Estados Unidos, o termo "helter skelter" é muito conhecido. Charles Manson dizia que a música continha profecias de uma apocalíptica guerra racial.
No projeto "The Beatles Anthology" Paul disse: "Manson nos interpretou com 'os quatro cavaleiros do Apocalipse'. Eu ainda não entendo qual foi a jogada; é sobre a Bíblia, Revelação- Eu não li então eu não sei. Mas ele interpretou a coisa toda. Nós eramos os cavaleiros, Helter Skelter era a mensagem, e ele achou que podia sair e matar todos por aí."
Entre os dias 9 de agosto e 10 de agosto de 1969, a "família Manson" cometeu duas chacinas em Hollywood e escreveu nas paredes 'Helter Skelter' com o sangue das vítimas. Durante o julgamento de seus crimes, em novembro de 1970, Manson explicou sua interpretação de 'Helter Skelter' na corte: "Helter Skelter significa confusão. Literalmente. Não significa Guerra com ninguém. Não significa que eles irão matar outras pessoas. Apenas significa o que significa. Helter Skelter é confusão. Confusão está vindo rápido. Se você não vê que a confusão está vindo rápido, chame do que quiser. Não é minha conspiração, não é minha música. Eu escuto o que relato. Ela diz, 'Apareça!' ela diz, 'Matei!' Porque me culpar? Eu não escrevi a música. Eu não fui a pessoa que projetou isso na consciência das pessoas."




John disse em entrevista a Rolling Stone em 1970: "Costumávamos tirar sarro disso ou daquilo, de uma maneira não ofensiva, do que um intelectual via na gente ou um símbolo da geração jovem veria algo nisso..." E sobre a canção, "...Mas eu não sei o que 'Helter Skelter' significava, para mim era só barulho."

GRAVAÇÃO


Os Beatles gravaram a canção em múltiplas sessões. Durante 18 de julho, a versão da canção durou 27:11 min., apesar dessa versão ser lenta e hipócrita, diferenciando muito da força da canção original. Outra versão de 4:37 min. foi editada para o Anthology 3, que originalmente era 20 minutos mais longa. Em 9 de setembro, após a volta de Ringo as baquetas, foram feitos 8 takes de 5 minutos aproximadamente e o último é a base do LP original.

John, George e Paul

Eles gravaram longas versões de "Helter Skelter" com um eco produzido por fita. Os ecos normalmente poderiam ser adicionados por mixagem, mas nesse caso não poderia ser mais alterado pois estava sendo ao vivo. O problema era que a máquina gravava apenas 15 minutos por fita, e não dava para deixar mais tempo reproduzindo. Então no meio da música eles decidiram voltar a fita e reproduzi-la sem precisar parar de tocar, o que reproduz um som peculiar no trecho em que Paul improvisa uma base vocal na marca de 02:45min.
Paul no livro "Many Years From Now" de Barry Miles: "Tínhamos os engenheiros e George Martin tentando fazer o som da bateria parecer mais alto que pudesse. Então a gente tocava e dizíamos, 'não, ainda parece limpo, tem que ficar mais alto e sujo'. Tentamos tudo que podíamos para sujar o som, então Ringo tocou o mais forte e feroz que podia. Trabalhamos muito duro naquela canção."
Após o 18° take, Ringo Starr que já não aguentava mais tocar a bateria de maneira selvagem, atirou as baquetas no chão e gritou ferozmente: I've got blisters on my fingers!" ou "Estou com bolhas nos dedos!" Os Beatles incluíram a fala no final da música na versão estéreo. A canção acaba e recomeça várias vezes porém após as três pancadas finais no chimbal pode se ouvir o grito de Ringo e razoavelmente Lennon dizendo "How's that?" ou "O que foi isso?" antes do último acorde.


Ringo Starr
Segundo Ringo no "The Beatles Anthology": Helter Skelter foi uma faixa que fizemos completamente loucos e histéricos no estúdio. Às vezes é preciso dar uma sacudida nos ensaios e aquela música,- com o baixo de Paul e minha bateria- Paul começou a berrar e gritar, o que acabou ganhando mais espaço."


OS MÚSICOS


  • PAULMcCARTNEY- vocais, guitarra solo, baixo
  • JOHN LENNON- vocais de apoio, guitarra, baixo, saxofone, efeitos sonoros
  • GEORGE HARRISON- vocais de apoio, guitarra
  • RINGO STARR- bateria
  • MAL EVANS- trompete e efeitos sonoros.
Fonte: Wikipédia

Essa música é bem legal e trouxe realmente uma grande mudança para o rock, como outras músicas, pois não gosto de atribuições de "qual o melhor?" ou o"quem foi o primeiro?", mas acredito na importância desses momentos, onde buscavam inovar, buscar identidades novas, experimentos musicais. 
Outra coisa que fico bobo de ver é como o fanatismo existe em qualquer lugar, e como isso pode ser doentio. A história sobre a "Família Manson" é chocante, e tudo porque um cara sem noção interpretou a canção de alguma forma e fez dela sua 'religião'. Resumindo: doença!!!  
Mas, pra tirar um pouco esse tom de análise musical e histórica, que faço um pouco de metido, deixo dois vídeos pra vocês recordarem ou conhecerem a música!!!
Lembrem-se, rock é e foi feito de momentos! O resto não é rock!


Prestem atenção na marcação do contra baixo do Paul e na peculiar posição da bateria de Ringo!!!




segunda-feira, 27 de maio de 2013

SUPER COLLIDER, O NOVO ÁLBUM DO MEGADETH

Olá pessoal!
Pra começo de conversa, Dave Mustaine parece totalmente recuperado dos problemas em sua mão e com o baixista David Ellefson. Aliás, com o retorno de Ellefson o Megadeth voltou com a "cozinha" coesa e pegadas agressivas, uma constante que sempre marcou o estilo da banda.
Na minha opinião falta o talento de Marty Friedman, mas Chris Broderick trouxe um pouco do peso de sua antiga banda, o Nevermore.


Chris Broderick, Shawn Drover, Dave Mustaine e David Ellefson


Super Collider 2013

Se compararmos ao último álbum TH1RT3EN (13° álbum da banda), achei mais leve, e em certas passagens, suave!
Acredito que nesse álbum resolveram agregar elementos novos explorando o talento de seus componentes e não apenas do seu front man. Na música "The Blackest Crow", puxam uma introdução tipo folk, e para quem não conhece o álbum, e ouvirem esta música, certamente irão dizer que não é o Megadeth (e só pra deixar claro, a música é boa).
Eu destacaria neste álbum as músicas "Burn!", "Off The Edge", "Beginning of Sorrow", "Forget to Remember" e "Don't Turn Your Back..."e o cover do Thin Lizzy. Mas claro que, é apenas a impressão inicial e pessoal.
Para quem curte Megadeth, assim como eu, esta obra será presença em muitos aparelhos de mp3, com certeza.




1- KINGMAKER
2- SUPER COLLIDER
3- BURN!
4- BUILT FOR WAR
5- OFF THE EDGE
6- DANCE IN THE RAIN
7- BEGINNING OF SORROW
8- THE BLACKEST CROW
9- FORGET TO REMEMBER
10- DON'T TURN YOUR BACK...
11- COLD SWEAT (THIN LIZZY COVER)





Bom, para quem quiser conhecer o álbum na integra o pessoal do Warriors of the Metal, disponibiliza o link para download. O acesso a página deles encontra-se do ladinho aí!!!

domingo, 26 de maio de 2013

HEAVY PARA QUALQUER IDADE? SIM!!!!

CRISTOPHER LEE


Cristopher Lee

Sir Cristopher Lee, Ordem do Império Britânico, nascido em Londres no dia 27 de maio de 1922. É um ator britânico nascido na Inglaterra conhecido por sua versatilidade e longevidade cinematográfica, além de um notório cantor, dono de uma voz incomparável. Lee ficou conhecido mundialmente interpretando o Conde Drácula, personagem que encarnou por diversas vezes pelos estúdios da britânica Hammer Film Productions. Atuou na trilogia "O Senhor Dos Anéis", interpretando o personagem Saruman. É ligado a PETA, entidade que luta pelos direitos dos animais.


Cristopher Lee interpretando
"Saruman" em Senhor dos Anéis


Lee fez participações como cantor e narrador da         banda italiana Rhapsody of Fire no álbum   Symphony of Enchanted Lands II- The Dark Secret e The Frozen Tears of Angels, Cristopher Lee participaria apenas como narrador de algumas passagens do álbum, porém a banda decidiu que ele também poderia participar de uma música junto com eles. O que ocorreu na música "The Magic of The Wizard Dreams".
Lee participou também na regravação do álbum Battle Hymns da banda de heavy metal Manowar.
Em 2012, Lee lançou seu segundo álbum de Heavy Metal, com 90 anos de idade.




                             Fonte: Wikipédia

O que dizer nessas horas...fantástico? Hum....não! Muito legal? Hum...também não...acho que não diria nada, pois os fatos falam por si.
Um senhor de idade, mas como diria meu velho, ele é jovem há muito tempo!
Acho uma tremenda bobagem os rótulos que nos apregoam para podermos curtir o que nos fazem bem, e não é a idade nem o que se é, mas o que nos faz sentir!!!
E antecipando este post, Cristopher Lee irá completar amanhã 91 anos, e que venham mais 91 de muito mais rock e heavy!!! Feliz aniversário!!!
Caros amigos deleitem-se no som que nos trás esse senhor cantando!!!
Abraço a todos!!!





sábado, 25 de maio de 2013

RONALD JAMES PADAVONA... TÁ LEMBRADO DELE??

Esse camarada faleceu há uns 3 anos e faz muita falta! 
Agora sei que você vem me dizer que raio de cara é esse? Uma dica, ele já passou pelas bandas Elf, Rainbow, Black Sabbath...



RONNIE JAMES DIO

Nascido em Portsmouth (Houston) no dia 10 de julho de 1942, foi músico e compositor de heavy metal ítalo-americano, famoso front-man e considerado um vocalista expressivo no seu gênero musical. Também é conhecido por ter introduzido a mão chifrada, símbolo do rock que simboliza dois chifres.
Ronnie adotou o sobrenome "DIO" inspirado no mafioso italiano Johnny Dio. Ainda na escola, formou a banda de Rockabilly Vegas Kings que, após mudar de nome várias vezes como Ronnie And The Rumbles, Ronnie And The Redcaps, Ronnie Dio And The Prophets, The Electric Elves, the Elves, finalmente tornou-se conhecida como a banda ELF.


ELF

Em meados dos anos 70 foi convidado para cantar no grupo Rainbow go guitarrista Ritchie Blackmore (ex-membro do Deep Purple), no qual participou de quatro álbuns.


DIO E RITCHIE BALCKMORE


RAINBOW

 Após deixar o Rainbow por conta de desentendimentos com Blackmore, foi convidado pelo guitarrista Tony Iommi para ocupar o posto de vocalista no Black Sabbath, permanecendo com a banda até 1982.


BLACK SABBATH

No mesmo ano forma uma banda própria denominada simplesmente Dio, para em 1993 lançar o álbum Holy Diver. Deste participarem também Vinny Appice, que tinha acompanhado Dio na saída do Black Sabbath, seu antigo companheiro do Rainbow, o baixista Jimmy Bain e o guitarrista Vivian Campbell (posteriormente no Def Leppard). Holy Diver foi muito bem aceito e deixou clássicos como a faixa título, "Stand Up And Shout", "Don't Tlak To Strangers" e o hit "Rainbow In The Dark".
Embalado com o sucesso, Dio grava mais um álbum com sua banda em 1984, este intitulado The Last In Line e a banda embarca em uma turnê mundial juntamente com o tecladista Claude Schenell. Em seguida Dio lança seu primeiro vídeo oficial.
Após o lançamento de álbuns conseguintes e mudanças na formação da banda, Dio faz uma pausa em 1987. Em 1990 reforma a banda DIO e lança o disco Lock Up The Wolves. A banda é composta por músicos totalmente novos. Durante a subsequente turnê, Dio reencontra o ex-colega do Black Sabbath, o baixista Geezer Butler, e decide retornar à banda para gravar o álbum Dehumanizer em 1992. O grupo se consolidara novamente, mas Dio resolve deixar o Black Sabbath na última data da turnê, após o incidente de saber que este pretendia abrir um show para Ozzy Osbourne.
Nos anos entre 1983 e 2006 permaneceu ativo com a banda Dio e voltou a trabalhar com o companheiro Winny Appice até 2003.


DIO- HOLY DIVER

Em 1992 fez sua primeira aparição no Brasil juntamente com Black Sabbath. Retornou ao Brasil nas turnês Strange Highways, Angry Machines, Magica e Killing the Dragon.
Em 2007 reuniu-se com os antigos companheiros de Black Sabbath, Tony Iommi, Geezer Butler e Vinny Appice, para excursionarem na promoção da coletânea Black Sabbath- The Dio Years. Este evento resultou na formação da banda Heaven and Hell que permaneceu ativa até seu dia de sua morte.


HEAVEN AND HELL

Ao longo de sua carreira Dio popularizou a expressão da mão chifrada. Na verdade ele usava o gesto no intuito de afastar mau-olhado e não como um símbolo satanista. No documentário "Metal: A Headbanger's Journey" ele faz referência à sua avó italiana, que usava o gesto(chamado MALOIK, não mão chifrada) para afastar (ou evocar) mau-olhado.


DOENÇA E MORTE

Em 25 de novembro de 2009, Wendy, sua esposa e empresária, anunciou que ele havia sido diagnosticado com câncer de estômago.
Dio iniciou o tratamento com a doença ainda no estágio inicial e havia diminuído o número de shows nos últimos meses. Em 4 de maio de 2010, o Heaven and Hell anunciou que eles estavam cancelando todas as apresentações que ocorreriam no verão por causa da condição de saúde de Dio.
Dio morreu às 7:45 da manhã (horário local) de 16 de maio de 2010 de acordo com fontes oficiais.
Wendy disse no site oficial de Dio:

"Hoje meu coração está partido, Ronnie morreu às 7:45  da manhã de 16 de maio. Muitos, muitos amigos e familiares puderam se despedir privativamente antes que ele fosse embora pacificamente. Ronnie sabia o quanto ele era amado por todos. Nós agradecemos o amor e apoio que vocês têm nos dado. Por favor, nos deem alguns dias de privacidade para lidar com esta terrível perda. Por favor, tenham certeza que ele amava vocês todos e sua música viverá para sempre." -Wendy


DISCOGRAFIA

ELF

  • Elf - 1972
  • Carolina County Ball - 1974
  • Trying To Burn The Sun - 1975
  • The Gargantuan - 1978 (Coletânea)
  • The Elf Albums - 1991 (Coletânea)

RAINBOW
  • Ritchie Blackmore's Rainbow - 1975
  • Rising - 1976
  • On Stage - 1977
  • Long Live Rock 'n' Roll - 1978
  • Live in Germany '76 - 1990
BLACK SABBATH
  • Heaven and Hell - 1980
  • Mob Rules - 1981
  • Live Evil - 1982
  • Dehumanizer - 1992
  • Black Sabbath: The Dio Years - 2007
DIO
  • Holy Diver - 1983
  • Live in Concert - 1984
  • Special From The Spectrum - 1984
  • The Last in Line - 1984
  • Sacred Heart - 1985
  • Super Rock '85 inJapan - 1985
  • Intermission - 1986
  • Sacred Heart "The Video" - 1986-2004
  • Dream Evil - 1987
  • Lock Up The Wolves - 1990
  • Diamonds: Best of Dio - 1992 (Coletânea)
  • Strange Machines - 1994
  • Angry Machines - 1996
  • Anthology - 1997 (Coletânea)
  • Master Series - 1998 (Coletânea)
  • Inferno: LAst in Live - 1998
  • Magica - 2000
  • The Vey Best of Dio - 2000 (Coletânea)
  • Anthology, Vol. 2 - 2001 (Coletânea)
  • Killing The Dragon - 2002
  • Evil Or Divine: Live in New York City (DVD) - 2003
  • Stand Up and Shout: The Dio Anthology - 2003
  • The Collection - 2003 (Coletânea)
  • Master of the Moon - 2004
  • Evil Or Divine: Live in New York City - 2005
  • We Rock (DVD) - 2005
  • Holy Diver Live - 2006
  • Holy Diver Live (DVD) - 2006
HEAVEN & HELL
  • Live From Radio City Music Hall - 2007
  • The Devil You Know - 2009

Participações Especiais
  • Roger Glover and Guests- Butterfly Ball (1974): Dio participa das faixas "Sitting In A Dream", "Love Is All" e "Homeward".
  • Kery Livgren- Seeds of Change (1980): Dio participa das faixas "Mask of The Great Deceiver" e "To Live For The King".
  • Hear'n Aid (1986): Dio paticipa das faixa "Stars".
  • Tribute to Alice Cooper (1999): Dio participa da faixa "Welcome To My Nightmare".
  • Tribute to Aerosmith (1999): Dio participa da faixa "Dream On", juntamente com Yngwie Malmsteen.
  • Deep Purple- In Concet With The London symphony Orchestra (2000): Dio participa das faixas "Love Is All", Smoke on the Water" e Sitting in a Dream".
  • Iron Eagle Soundtrack (1986): Dio participa da faixa "Hide in the Rainbow".
  • Tenacious D- The Pick of Destiny (2006): Dio partipa da faixa "Kickapoo".
  • Queensrÿche- Operation Mindcrime II (2006): Dio participa da faixa "The Case".

Tributos

Homenagens e tributos feitos a Dio.
  • Awake the Demon: Tribute to Dio- 1999
  • Hell Rules Vol 1- 1999
  • Hell Rules Vol 2- 2000
  • Holy Dio (nacional- cd simples)- 2000
  • Holy Dio (japonês- cd duplo)- 2000
  • Catch The Rainbow- A Tribute to Rainbow- 2000
  • Evil Lives- 2004
Fonte: Wikipédia


Galera, estou colocando aqui alguns vídeos desta fera, que tinha grande presença no palco, interagia de forma intensa com a platéia, amava o que fazia e principalmente, sabia fazer de maneira brilhante. 
Na minha humilde opinião, acredito que as melhores fases da sua carreira foram no Rainbow e no Dio. 
Deixo alguns vídeos pra você, que começa a escutar heavy e, pra quem já conhece, fica a saudade!!!
Um abraço a todos!!!



Na introdução dessa música Ritchie Blackmore dá um show na guitarra!!! 



Aqui apenas o áudio da música da banda ELF.



BLACK SABBATH



DIO


Pra fechar, uma bela introdução de Tony Iommi - Heaven and Hell!!